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Campo Grande, Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016

05/02/2016 13:24

Inflação na Capital inicia 2015 em 1,38%, a quinta maior do país

Caroline Maldonado
Preço do feijão-carioca teve alta de 7,26% na pesquisa nacional (Foto: Marcelo Calazans)Preço do feijão-carioca teve alta de 7,26% na pesquisa nacional (Foto: Marcelo Calazans)

Depois de fechar 2015 em 9,96%, ou seja, acima do teto da meta, a inflação em Campo Grande inicia 2016 com taxa superior a da média nacional. Em janeiro, o aumento de 1,38% no índice, que calcula os preços de produtos e serviços, colocou a Capital em quinto lugar na lista das que tiveram maior reajuste.

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Os dados são de pesquisa que abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília. O resultado foi divulgado hoje (5) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Lidera o ranking da inflação em janeiro o Estado do Rio de Janeiro, com variação positiva de 1,82%. Em seguida, está Salvador, cuja alta foi de 1,69% e em terceiro lugar Porto Alegre, com 1,56%. O município com menor índice inflacionário é Curitiba, com alta de 0,73%. Em seguida, Brasília, que teve aumento de 0,93%. Essas são as únicas capitais com taxa abaixo de 1%.

Brasil – No país, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de janeiro apresentou variação positiva de 1,27% e ficou 0,31% acima da taxa de 0,96% registrada no mês de dezembro. Segundo o IBGE, trata-se da taxa mensal mais alta para o mês de janeiro desde 2003, quando o índice subiu 2,25%.

A pesquisa nacional detalha o índice de inflação em grupos de produtos. Energia elétrica, etanol e gasolina foram os itens que mais encareceram durante 2015. 

Em janeiro deste ano, Alimentação e Bebidas, tiveram alta de 2,28% e Transportes sofreram aumento de 1,77%. Esses são os grupos de maior peso na despesa das famílias. Eles foram responsáveis pela maior parte do resultado do IPCA do mês.

Apenas o vestuário apresentou retração, que foi de 0,24%, em janeiro. Enquanto os produtos comprados para consumo em casa aumentaram 2,89%, a alimentação fora de casa subiu 1,12%. Registraram crescimento mais expressivo, os preços da cenoura (32,64%), tomate (27,27%), cebola (22,05%) e batata-inglesa (14,78%). O feijão-carioca teve alta de 7,26%. O item com a menor alta foi a farinha de trigo, com taxa de 0,83%.

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