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Campo Grande, Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016

30/03/2015 15:49

Mato Grosso do Sul contratou R$ 1,3 bi de recursos do Centro-Oeste em 2014

Priscilla Peres

Mato Grosso do Sul contratou R$ 1,3 bilhão em recursos do (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) no ano passado. O montante representa 23,3% dos R$ 5,7 bilhões disponibilizados para a região. Entre 2015 e 2018, a Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste) espera disponibilizar R$ 26,7 bilhões.

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Do montante aplicado em 2014 no FCO, R$ 4,3 bilhões (76,1%) beneficiaram mini, micro, pequenos e pequeno-médios tomadores e R$ 1,3 bilhões (23,9%) beneficiaram médios e grandes.Porém, o setor rural superou o montante de R$ 3 bilhões (53,3%) enquanto o setor empresarial envolveu volume de R$ 2,6 bilhões (46,7%).

Com isso, o saldo de financiamentos do Fundo Constitucional atingiu R$ 20,7 bilhões em 31 de dezembro de 2014, sendo R$ 8,0 bilhões (38,9%) junto ao setor empresarial e R$ 12,6 bilhões (61,1%) junto ao rural.

Segundo o superintendente da Sudeco, Cleber Ávila, a importância do Fundo decorre diretamente das condições favorecidas ou diferenciadas em que o crédito é concedido. “O FCO é um importante instrumento da política de desenvolvimento regional, que gera emprego e renda na região”, observa o superintendente da Sudeco, Cleber Ávila.

O FCO pode financiar volumes em até 100% do valor do investimento; os prazos de amortização podem chegar a 20 anos; e taxas de juros atrativas conforme o setor da economia, a finalidade do crédito e o porte do tomador. Se o tomador pagar a parcela em dia, a taxa de juros pode diminuir 15%.

Projeções - Em 2015, estão previstos R$ 6 bilhões para o FCO em financiamento aos setores produtivos do Centro-Oeste, sendo R$ 1,1 bilhão para o DF, R$ 1,7 bilhão para GO, R$ 1,3 bilhão para MS e R$ 1,7 bilhão para MT. Neste ano, as taxas de juros variam de 4,71 a 12,94%.

“A maior parte dos recursos do FCO vem dos retornos financeiros das operações em curso. Temos uma taxa de inadimplência muito baixa e há uma retroalimentação contínua com o pagamento das parcelas pelos tomadores”, destaca o superintendente Cleber Ávila.




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