A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Domingo, 25 de Setembro de 2016

19/01/2016 12:41

Variação de preço do material escolar chega a 1.505%, segundo Procon

Mariana Rodrigues
Foram oito estabelecimentos pesquisados em Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio)Foram oito estabelecimentos pesquisados em Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio)

Pesquisa sobre material escolar, divulgada hoje (19) pelo Procon, mostra aumento de 4,92% nos valores médios dos itens, se comparado a análise feita em novembro do ano passado. O que mostrou maior diferença foi um mini dicionário, com variação de 1505,53%.

Veja Mais
Material escolar sobe 20% e pais deixam compras para o ano que vem
Para economizar, tem família que vem à Capital comprar material escolar

Os fiscais do Procon estiveram em oito estabelecimentos de Campo Grande e verificaram o preço de 228 itens, destes o mini dicionário Demais foi encontrado sendo vendido por preços que variam de R$ 2,99 a R$ 48, dependendo do local.

No comparativo entre os meses de novembro e janeiro lideraram o ranking de maior variação de preço as folhas de EVA adesivas, agenda anual de personagens, papel de presente, borracha branca pequena simples, mini dicionário, apontadores de plástico, cola bastão e caneta esferográfica.

O apontador de plástico simples com um furo sem depósito apresentou a menor variação de uma pesquisa para outra, com índice de -0,88%. As folhas de EVA adesivas apresentaram a menor variação, de acordo com a pesquisa, sendo o menor valor R$ 10,90 e o maior valor de R$ 11,00, isso representa 0,92%.

Com variação de 263,41%, a agenda escolar 2016 é encontrada por R$ 3,99 a R$ 14,50. A borracha branca pequena simples aparece em terceiro lugar na lista com uma variação de 933,33%. Ela é encontrada por R$ 0,15 a R$ 1,55, dependendo do estabelecimento pesquisado.

O objetivo da pesquisa é esclarecer e oferecer uma referência ao consumidor através dos preços médios obtidos dentro da amostra pesquisada.

De acordo com a superintendente do Procon/MS, Rosimeire Cecília da Costa, a pesquisa acaba funcionando como uma utilidade publica. "E orienta o consumidor a fazer a compra de acordo com o seu orçamento. Outro objetivo da pesquisa, mesmo que indireto, é mostrar a incongruência entre os fornecedores", conclui.




Vamos pensar com a cabeça, não há objetivo na pesquisa, as lojas que abusam dos preços não são multadas, nada acontece, a pesquisa não pode divulgar os locais onde os preços são mais em conta ou mais caros, o objetivo da pesquisa no final das contas é mostrar ao cidadão o quão palhaço ele é, quer comprar material mais em conta? Fica rodando a cidade e gastando gasolina até levantar os valores e optar pela loja mais barata, só que no final das contas, com o preço da gasolina ou do onibus, voce acaba gastando mais mesmo comprando no lugar mais barato, simplesmente porque o Procon não pode te dizer onde ir de uma só vez e comprar o material que está com o valor mais honesto, a pesquisa é boa para o pessoal do Procon, todos compram material no lugar mais barato, sem ter que ficar rodando.
 
Max em 19/01/2016 17:17:44
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions