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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

26/07/2012 17:47

MS acumula 420 focos de queimadas em julho, 85% em Corumbá

Gabriel Neris

Na tabela anual Corumbá aparece na primeira colocação como o município com o maior número de focos de incêndio.

Número de focos de incêndio deixa Corumbá em primeiro lugar no Brasil em 2012 (Foto: Diário Corumbaense)Número de focos de incêndio deixa Corumbá em primeiro lugar no Brasil em 2012 (Foto: Diário Corumbaense)

O mês de julho ainda nem terminou e a situação é preocupante em Corumbá. A Cidade Branca acordou nesta quinta-feira (26) sobre uma névoa de fumaça e fuligem causada pelas queimadas. A pouca visibilidade fez com que o Aeroporto Internacional amanhecesse fechado para pousos e decolagens.

De acordo com os números do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), 85% dos focos registrados em Mato Grosso do Sul entre os dias 1º e 25 de julho estão em Corumbá. Até ontem foram registrados 420 no estado, sendo 357 na Cidade Branca.

O número coloca Corumbá na segunda posição entre os municípios brasileiros no mês de julho. A liderança está com a cidade de Mirador (MA) com 422 focos de incêndio. Na terceira posição está Balsas (MA) com 193 focos registrados.

Na tabela anual Corumbá aparece na primeira colocação como o município com o maior número de focos de incêndio. De acordo com o INPE, foram registrados 879 focos. Mirador está em segundo com 576, e Balsas está em terceiro com 413.

Mato Grosso do Sul aparece na sexta colocação na classificação entre os estados com focos registrados no mês de julho com os 420 focos. A primeira colocação está com o Maranhão com 2.195, seguido por Mato Grosso, com 1.358, e Tocantins, com 1.287.

Na tabela anual, Mato Grosso do Sul está em 7º com 1.252 focos. Mato Grosso é o primeiro colocado com 5.124. O Maranhão está em segundo com 3.914, e o Tocantins em terceiro com 3.039.

O que deixa em alerta o coordenador estadual do Prevfogo, Márcio Ferreira Yule, é que o período de preocupação ainda não chegou. “Ainda nem chegamos ao período crítico. O pior será em agosto e setembro, mas o combate já serve de alerta”, comenta.




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