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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

03/09/2012 20:33

Sem helicóptero, Ibama muda estratégia para combater queimadas em Corumbá

Gabriel Neris
Helicóptero do Ibama de Brasília foi utilizado por 16 dias no auxílio ao combate de incêndio (Foto: Diário Online)Helicóptero do Ibama de Brasília foi utilizado por 16 dias no auxílio ao combate de incêndio (Foto: Diário Online)

O combate dos brigadistas do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) contra os focos de incêndio continua em Corumbá. Entretanto, o mês de setembro será com estratégia diferente para apagar o fogo. O município segue como o campeão de queimadas no País.

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O helicóptero do Ibama de Brasília, que estava emprestado para auxiliar no combate as chamas, deixou o município para passar por revisão e não retornará. De acordo com o coordenador estadual do Prevfogo, Márcio Yule, a utilização da aeronave se tornou inviável pela distância das chamas.

Segundo Yule, os focos de incêndio estão distantes 90 km de Corumbá, chegando à região sul do município.

“A concentração maior de focos está quase em Porto Murtinho. Fica muito caro manter o helicóptero, com a base em Corumbá. Para abastecer são 40 minutos para ir e mais 40 minutos para voltar. E não pode abastecer muito para não pesar a aeronave”, explica.

O helicóptero foi utilizado durante 16 dias consecutivos até o último dia 26.

Yule também afirmou que a equipe de brigadistas de Brasília deixará Corumbá até o fim de semana. A região sul de Corumbá contará com 29 brigadistas de Porto Murtinho, sendo 14 brigadistas indígenas.

Setembro começou em alerta na Cidade Branca. Nos dois primeiros dias do mês foram registrados pelo satélite do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Especiais) 190 focos, deixando o município em primeiro lugar no ranking mensal.

Corumbá é seguida por Porto Velho (RO), com 104 focos, e Feijó (AC), com 55 focos registrados.

Ao longo do ano foram registrados 3.892 focos de incêndio, em Corumbá, deixando-o também na primeira colocação. Em Grajaú (MA) foram 1.617 focos, enquanto Mirador (MA) contabilizou 1.460 focos de queimadas em 2012.




A Aeronáutica não tem helilcópteros disponíveis? O exército também não tem? Porque será que não arrumam estes aparelhos que ficam parados, para combate ao fogo no pantanal?
 
Eugenio de Souza em 04/09/2012 09:22:12
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