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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

25/10/2016 21:13

Bancada do MS repete voto do 1º turno e 5 de 8 deputados apoiam PEC 241

Nyelder Rodrigues
Cinco dos oito dos deputados do MS seguiram a maioria e aprovaram o projeto  (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)Cinco dos oito dos deputados do MS seguiram a maioria e aprovaram o projeto (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Cinco dos oito deputados federais de Mato Grosso do Sul em Brasília (DF) votaram a favor da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 241/2016, aprovada na noite desta terça-feira (25) pela Câmara e que, a partir de agora, será analisada pelo Senado - que prevê encerrar os trabalhos até novembro.

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Ao todo, 359 votos foram a favor e 116 contra o projeto, que limita o orçamento público pelos próximos 20 anos no país, com o teto de gastos sendo variando conforme a inflação oficial dos 12 meses anteriores ao fechamento orçamentário.

Entre os deputados sul-mato-grossenses, os votos no primeiro - realizado no dia 10 deste mês - e segundo turno das eleições foram idênticos. A favor, votaram Luiz Henrique Mandetta (DEM), Carlos Marun (PMDB), Tereza Cristina (PSB), Elizeu Dionizio (PSDB) e Geraldo Resende (PSDB).

Já entre os contrários, estão os parlamentares Dagoberto Nogueira (PDT), Vander Loubet (PT) e José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT. "Sobre argumentos de reduzir custo e não privilégios dos mais ricos os deputados da base golpista esfacelaram o sonhos de várias gerações de brasileiros", comenta Zeca em sua página no Facebook.

O projeto foi alvo de várias polêmicas e manifestações contrárias entre, principalmente, servidores públicos e estudantes. Após a aprovação em primeiro turno, os protestos ganharam força em todo o país, com passeatas e ocupações de universidades e escolas públicas. Há possibilidade que greves sejam realizadas também.

Com a limitação de gastos, os oposicionistas dizem que a capacidade do poder público em investir em saúde e educação, por exemplo, ficará limitado, podendo inclusive haver cortes de recursos nestes setores.

"O primeiro passo para o equilíbrio das contas públicas foi dado", comenta Tereza Cristina, acrescentando que o motivo para o país estar em crise é justamente porque o Governo gasta mais do que arrecada, sendo necessário a PEC como um "remédio amargo". Apesar disso, ela crê que o projeto não cortará investimentos.

Indo para o Senado, a proposta de emenda à Constituição passará pelo crivo de 81 senadores - três de cada estado. Os três representantes de Mato Grosso do Sul são Simone Tebet (PMDB), Waldemir Moka (PMDB) e Pedro Chaves dos Santos (PSC). Um dos que já se posicionou a favor da PEC é Moka.




Senhores deputados aliados do governo golpista.
Aguardem a eleição de 2018. Vocês pagarão caro por essa atitude na aprovação dessa PEC.
A população está de olho.
Aguardem
O mesmo alerta serve aos senadores.
 
Critico em 25/10/2016 21:36:42
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