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Cidades

"Agora é torcer pelo registro", diz Reinaldo sobre compra de vacinas

Governadores pressionaram o Ministério da Saúde que anunciou a compra de 46 milhões de doses

Por Ângela Kempfer | 20/10/2020 17:08
Governador Reinaldo Azambuja e o secretário estadual de saúde, Gerlado Rezende, durante videoconferência. (Foto: Dibvulgação)
Governador Reinaldo Azambuja e o secretário estadual de saúde, Gerlado Rezende, durante videoconferência. (Foto: Dibvulgação)

O governador Reinaldo Azambuja saiu satisfeito da videoconferência com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pela garantia de tratamento igualitário a todos os brasileiros em relação à vacina contra o coronavírus.

No início da tarde, governadores cobraram do ministério a compra de doses da Coronavac, vacina chinesa produzida no Brasil em parceria com o Butantan, que deve ser disponibilizada já no início de 2021. Após a pressão, o governo federal anunciou a aquisição de 46 milhões de doses.

“É uma sábia decisão, ministro, trabalhando como Federação e o Ministério assumindo essa questão, acho que a gente tem a segurança de que vai chegar às 27 Unidades da Federação. É algo extremamente importante. Existia uma dúvida de como seria o encaminhamento", comentou Reinaldo em matéria da assessoria de imprensa do governo.

Apesar da expectativa de inicio da vacinação com a Coronavac ocorrer em janeiro, a previsão de entrega pela Fiocruz das primeiras 30 milhões de doses produzidas no Brasil, é fevereiro. O que pode antecipar a imunização para as primeiras semanas de 2021 são 6 milhões de doses vindas diretamente da China.

Também convidados para a videoconferência de hoje, representantes da Fiocruz apresentaram resultados de outra vacina, a Oxford, dos Estados Unidas, que será disponibilizada a partir de abril.

O valor da dose será de US$ 3,16, uma das mais baratas em estudo, segundo a empresa. E a previsão é de entrega de 210,4 milhões de doses em 2021.

Durante a reunião, o ministro da Saúde reforçou a posição do governo Jair Bolsonaro de não tornar a vacinação obrigatória e sim criar um plano de imunização nacional, com campanhas de conscientização à população.

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