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Cidades

“Não faltarão leitos e nem testes”, diz Eduardo Riedel, presidente do Prosseguir

Estruturas hospitalares montadas durante as ondas anteriores do coronavírus não foram desmobilizadas

Por Gabriela Couto | 19/01/2022 10:46
Reprodução da transmissão da live do Prosseguir desta quarta-feira com secretária-ajunta de saúde, Christine Maymone e presidente do Prosseguir, Eduardo Riedel. (Foto: Reprodução)
Reprodução da transmissão da live do Prosseguir desta quarta-feira com secretária-ajunta de saúde, Christine Maymone e presidente do Prosseguir, Eduardo Riedel. (Foto: Reprodução)

Durante a live desta quarta-feira (19) do Prosseguir, o presidente do comitê que analisa o andamento e toma medidas em relação à pandemia no Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, assegurou que o governo do Estado não vai deixar a população desassistida neste novo momento de alta de casos da covid-10.

“Não vai medir nenhum esforço para ter o máximo da capacidade hospitalar que já tivemos durante a pandemia. Nós não desmobilizamos toda essa estrutura hospitalar. Isso foi determinação do governador Reinaldo Azambuja”, afirmou.

Riedel também assegurou que a população terá acesso a testes grátis de coronavírus em todo o Estado. “Foi determinada a abertura de novos centros de testes. Não vai faltar teste para que possa entregar a população o conhecimento que ela precisa ter para não propagar o vírus”, pontuou.

Ele voltou a destacar que, neste momento, não está previsto qualquer tipo de restrição nas cidades, por orientação do Prosseguir. “O monitoramento é diário e não tem problema de discutir restrições caso fuja ao esperado em relação ao efeito da vacinação.”

Vale ressaltar que muitas estruturas foram desativadas por exigirem recursos humanos e hospitalares para estarem ativas. Em meados de março de 2021, havia cerca de 347 leitos de terapia intensiva destinados a pacientes adultos de covid-19, conforme boletim publicado no dia 15 daquele mês. Já em documento divulgado em 5 de janeiro deste ano, foram registrados 179 leitos existentes para esta enfermidade - pouco mais que a metade.

Neste momento, a taxa de ocupação de leitos da macrorregião da Capital é de 60%, sendo 13% de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para covid-19. A secretária-adjunta de Estado de Saúde, Christine Maymone, voltou a pedir a sensibilidade da população. “O Estado tem vacina, tem testagem, tem assistência. Precisamos que a população ajude.”

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