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Campo Grande, Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2018

02/03/2010 13:47

"Agitação" de detentas faz mãe de criança ficar isolada

Redação

Renata Dutra de Oliveira, de 22 anos, presa sob a acusação de ter espancado e assassinado a própria filha, de apenas três anos de idade, teve que ser separada das outras detentas do presídio feminino de Campo Grande por conta da agitação causada pela sua chegada no estabelecimento penal, na noite de ontem (1°).

Segundo informado pelo presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Fernando Anunciação, as presas do Presídio Feminino Irmã Irma Zorzi ficaram agitadas e começaram a gritar quando souberam da presença de Renata.

Por este motivo, a direção do estabelecimento teve que deixar a mãe da criança em cela separada, isolada das demais presas.

Ofício relatando o risco que Renata corre foi encaminhado para o juiz de execuções, relatando o problema de convivência para que a Justiça avalie a possibilidade de transferência dela para outro estabelecimento penal.

Não há informações sobre manifestação de presos na Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos), para onde Handerson Candido Ferreira, de 25 anos, padrasto da criança morta, foi levado ainda ontem. Ele não ficou no Presídio de Trânsito, como havia sido informado anteriormente.

Espancamento - Rafaela, de três anos, morreu na tarde do último domingo (28), com hematomas e sinais de espancamento. A morte da criança é investigada pela DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente).

A mãe e o padrasto dela permanecem presos.

Duas denúncias de que a menina era espancada foram recebidas pelo Conselho Tutelar apenas no mês passado. Apesar dos hematomas, ela não foi retirada da mãe sob a alegação de que não havia elementos suficientes para isso.

Boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado no dia 10 de fevereiro, mas Renata Dutra negou as agressões.

Após a morte de Rafaela, familiares de Handerson contaram à Polícia que já desconfiavam de maus-tratos contra ela. Policiais foram à casa da família e encontraram o local em péssimas condições.

Foram apreendidos objetos que são usados no uso de entorpecentes. Sobre a cama da criança havia um lençol com vômito, e várias faixas sujas de fezes e urina espalhadas pela casa. No local não havia nenhum tipo de alimento.

"Só isso já indica que a criança sofria maus-tratos", aponta a delegada Regina Mota, que investiga o caso.

Laudo necroscópico e exame para verificar se houve abuso sexual foram solicitados pela Polícia Civil e deverão ficar prontos em dez dias.

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