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Campo Grande, Domingo, 10 de Dezembro de 2017

06/08/2013 17:24

Assassinato na Tamandaré é resultado de uma série de vingança entre irmãos

Edivaldo Bitencourt e Helton Verão
Breno confessou o assassinato e foi liberado pela Polícia (Foto: Marcos ErmínioBreno confessou o assassinato e foi liberado pela Polícia (Foto: Marcos Ermínio

O autônomo e jogador de futebol de várzea Breno Félix da Cruz, 23 anos, assumiu, nesta terça-feira, ter matado a tiros Rogério dos Santos, o Jabá, 30 anos, na tarde de domingo na Avenida Tamandaré, na Vila Nasser, em Campo Grande. O assassinato é resultado de uma série de vinganças de assassinato e tentativas de homicídios entre os irmãos Santos e Cruz.

Ele contou que se vingou de um atentado sofrido em uma festa, em 20 de janeiro deste ano, praticado pelo irmão da vítima, conhecido pelo apelido de Jabá.

Cruz se apresentou na tarde de hoje acompanhado pela mãe, Lúcia Félix, e do advogado, José Roberto da Rosa, na 2ª Delegacia de Polícia, no Bairro Monte Castelo.

Ele alegou legítima defesa, já que Jabá o teria ameaçado durante a partida de futebol no campo localizado ao lado da avenida. Em depoimento à polícia, o jovem afirmou que a vítima chegou e lhe ameaçou, dizendo que só não lhe matava porque estava com o filho, um bebê no colo.

No relato feito à polícia, Breno contou que soltou o bebê, tirou o revólver e efetuou os disparos. Para justificar a tese de legítima defesa, ele contou que o homem insinuou estar armado e colocou a mão na cintura.

Tiro na boca – Breno contou que levou um tiro na boca durante uma festa na Vila Nasser em janeiro deste ano. Ele ficou vários dias no hospital e descobriu, após se recuperar, que o autor dos disparos foi um homem conhecido como Sassá, irmão de Rogério.

Sassá se vingou do assassinato do irmão, que teria sido executado por Carlos Cruz, irmão de Breno.
Com a sucessão de vingança entre as duas famílias, Breno também se preparou para o pior e comprou uma arma de fogo calibre 32 na região conhecida como Pedra, no Centro de Campo Grande.

Ele não possui porte de arma. Além de confessar o crime, Breno entregou o revólver para a Polícia.

Segundo o delegado Luciano de Medeiros Weber, ele será indiciado por homicídio doloso qualificado e poderá ser condenado a pena de 15 a 30 anos de prisão. No entanto, como não foi preso em flagrante, o jovem, que não tem antecedentes criminais, vai responder ao processo em liberdade.



Eu vivo falando que nesse campinho ainda ia sair morte.. Só tem gente da melhor qualidade lá, tudo "gente boa".
 
Rodrigo Silva em 12/08/2013 09:07:25
Só "gente boa" e trabalhadora, né !?
Nosso sistema é uma vergonha mesmo. O bandido que matou o irmão de outro bandido, parente de outros tantos bandidos! -- o "cidadão" jogador de bola na várzea, se apresenta com o "dotô" advogado e da genitora e fica livre?!?!?! só porque teve a " gentileza" de não ser capturado? é por isso que a bandidagem faz o que quer na hora que bem entende e depois se finge de bom moço: dizendo sim senhor, não senhor e ainda vai para casa ver televisão ....
 
Magda Correa em 07/08/2013 13:53:49
vai morrer mais gente pode esperar vc vai ver!! pô procura uma igreja e vai frequentar os cultos ou as missas e para com essa palhaçada quem morreu não volta mais Hb9:27
 
Pr;Nilton costa benites em 07/08/2013 09:17:21
Por 10mil por mês , bolsa ou não bolsa vou para qualquer lugar do mundo, rs
 
JOSE CARLOS em 07/08/2013 08:21:39
Só no brasil mesmo que um assassino confessa um homicídio e continua solto...Cade o estado jurisdicional, omisso, que transfere ao cidadão lesado a oportunidade de fazer justiça pelas próprias mãos? Isso é uma vergonha para um país que se diz regido pelo princípio da legalidade...
 
Paulo candiddo em 07/08/2013 07:05:16
Cambada de delinquentes, não tem o que fazer.
 
Marcos da Silva em 06/08/2013 19:51:20
NÃO ESQUENTA NÃO. ISSO VAI LONGE. TUDO DO MESMO TIME.
 
LOURO VERRUGA em 06/08/2013 19:36:08
E nós cidadãos de bem somos obrigados a conviver com essa gente mesquinha que banaliza a vida das pessoas , simplesmente porque têm endereço fixo... O valentão vai, confessa o crime, que não é o primeiro entre as duas famílias de assassinos e tudo fica por isso mesmo...Só vão ficar preocupados na hora em que ele for jogar bola com filhos do juiz, do promotor, do delegado e desse deputados federais e resolver matar um deles por causa de outro jogo de bola... e que pessoas de consciência matam-se entre si mas respeitam as crianças de colo. Tà locô meeeuu !
 
Délia diaspora em 06/08/2013 18:50:42
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