A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

28/06/2013 14:31

Alunos de Direito de Paulo Magalhães organizam protesto contra impunidade

Ângela Kempfer

Os acadêmicos do curso de Direito da universidade Anhanguera Unaes convocam a "Passeata da Indignação", para cobrar a prisão dos responsáveis pelo assassinado do delegado aposentado Paulo Magalhães.

A manifestação é programada para o próximo sábado, às 15 horas. A concentração será na entrada principal do Parque das Nações Indígenas, nos altos da avenida Afonso Pena).

“Será uma passeata pacífica, in memoriam”, esclarecem os estudantes em nota de convocação. Um dos alunos de Paulo Magalhães, Jordão Santana, lembra do primeiro dia de aula com o professor de Introdução ao Direito e Direito Penal.

"A primeira coisa que ele falou foi para a gente não se assustar se a Polícia chegasse para pega ele", conta. Jordão garante que apesar das polêmicas, Paulo Magalhães era respeitado pelos alunos e muito bem relacionado. "Era bem humorado, competente", garante.

O estudante diz que o advogado aposentado era estourado, não tinha meias palavras, mas era coerente. "Denunciava, mas sempre com provas", comenta.

Para a manifestação, os alunos esperam muita gente que conhecia Paulo Magalhães e colegas de trabalho. "Só de alunos de Direito são 1,7 mil no período manhã aqui na Anahnguera e ainda vem a Adepol (Associação dos Delegados) , a Polícia Civil e a PM", diz Jordão.

Aproveitando os temas que são levados para as ruas nas últimas semanas em protestos por todo o País, o grupo também pretende falar de violência, impunidade e corrupção.

A passeata sairá do Parque das Nações e espera encontrar por volta das 16 horas na Praça do Rádio Clube outra manifestação programada para sábado, a de trabalhadores rurais.



Pra manter a podridão do jeito que está só eliminando dissidentes. PROFUNDAMENTE, LAMENTÁVEL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
JOSÉ NASCIMENTO em 29/06/2013 10:16:24
Essa passeata tinha que para frente do Ministério Publico Federal, só eles tem peito de resolver esse crime, apesar do estranho o silencio do MPF numa questão tão séria.Só por que não é corporativo nem questão indígena?
 
Saulo Garcia em 28/06/2013 17:22:50
Caríssimos.

Onde vocês visualizarão que políticos e e membros da policia é preso por cometer crime contra a vida?
Isso aqui é Mato Grosso Do Sul - Brasil .
 
Edevanir Basilio em 28/06/2013 16:57:01
“O planeta chamado Impunidade” está estabelecido acima da dicotômica relação, bem e mal, a bandidagem está instalada no legislativo, executivo e judiciário e jamais, em hipótese alguma, poderá ser confrontado por denúncias de improbidades, pilhagem e corrupção. Caso o faça, os poderosos contrariam a máxima perversa: aos amigos do rei tudo e aos inimigos a Lei e a reescrevem de modo ainda mais arbitrário: aos amigos do rei tudo e aos inimigos a “MORTE”.
Descanse em paz prof. Paulo Magalhães
 
Eli NarcisoTorres em 28/06/2013 15:18:47
Socorro!!! Moro em um estado da federação onde os jornalistas e militantes em prol de um Brasil Melhor são executados, por assassinos que saem de uma galáxia muito distante, habitantes do “planeta chamado Impunidade”.
Moradores, “Assassinos,” guiados por uma constituição federal e um código de execução penal, próprios e tácitos, isto é, que não precisam de previsão escrita. A legislação do planeta impunidade só prevê a manutenção do poder a qualquer custo. Um poder paralelo, informalmente compreendido e executado pelos Donos do Poder, sempre com a determinação clara e precisa – “patrolar” literalmente os opositores.
 
ELI NARCISO TORRES em 28/06/2013 15:16:41
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions