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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

29/10/2014 19:30

Aquário talvez seja minha obra mais emblemática, diz André Puccinelli

Ludyney Moura
Estrutura que sê de fora é apenas a recepção do Aquário do Pantanal (Fotos: Ludyney Moura)Estrutura que sê de fora é apenas a recepção do Aquário do Pantanal (Fotos: Ludyney Moura)
Uma escadaria central vai levar visitantes até os tanques que vão receber mais de 260 espécies de peixes Uma escadaria central vai levar visitantes até os tanques que vão receber mais de 260 espécies de peixes

A pouco mais de 60 dias para finalizar seu segundo mandato à frente do Governo do Estado, o governador André Puccinelli (PMDB) conduziu a reportagem do Campo Grande News com exclusividade a uma visita às obras do maior aquário de agua doce do planeta, na tarde desta quarta-feira (29).

Quem passa pela Avenida Afonso Pena em frente ao Parque das Nações Indígena, dentro de onde está sendo construído o Aquário do Pantanal, não tem ideia do tamanho da obra. Pela primeira vez, o próprio governador conduziu a imprensa até o local. “Eu gosto de surpreender positivamente”, brincou.

O que se vê logo na chegada é a grande estrutura metálica e um fluxo considerável de trabalhadores em todos os cantos da obra. Tanto da Avenida Afonso Pena, quanto dentro do espaço ainda não é possível visualizar os tanques, já que o Aquário terá 18 metros de altura, o equivalente a um prédio de quatro andares, e boa parte longe da vista de quem enxerga o prédio de fora.

Imensas clarabóias estão instaladas na parte superior da entrada, que servirão para iluminar os andares inferiores. A visita guiada durou quase uma hora. O grande domo que se vê de fora é apenas a recepção do local. André revela que ao todo serão 32 tanques, além de um auditório para 250 lugares de frente para um dos aquários. “As pessoas vão acompanhar a palestra vendo os peixes nadando”, disse o governador.

Questionado se era esta sua maior obra, André citou outras. “A (pavimentação) da MS-040 custou mais que essa, mas talvez o Aquário seja mais emblemático. De importante há outras, como a construção de 70 mil casas, e a importância disso para milhares de famílias sul-mato-grossenses é grande”, disse um bem humorado governador.

André se defendeu das críticas que tem sofrido pela obra, e revelou que o próximo gestor estadual terá à seu dispor valores suficientes para a conclusão do empreendimento. “Você vai ver isso aqui daqui a cinco anos, com as Universidades, a Embrapa Pantanal e a mídia divulgando”, emendou.

Em um dos espaços no local, o visitante vai poder “sobrevoar” o rio Paraguai, já que tanques em fase final de construção irão reproduzir a flora pantaneira. O tamanho da obra impressiona. São ao todo 17 mil metros quadrados, com 32 tanques de visualização dos peixes, alguns específicos para reprodução. O Aquário, quando em pleno funcionamento, deverá abrigar mais de 260 espécies de peixes.

“É para pesquisarmos nossa ictiofauna do Pantanal. Para nos apropriarmos da grife pantanal, e ensinarmos para humanidade da importância do bioma pantaneiro. Universidades do mundo todo, algumas já nos pediram parceria, vão vir e dizer que tudo aqui veio e é do Mato Grosso do Sul e não do Mato Grosso”, afirmou André Puccinelli.

O governador explicou que o maior tanque será o do Rio Paraguai, com capacidade total de 1.480 m³ e túnel de acrílico em formato cilíndrico. Uma imensa passarela vai interligar os visitantes do Aquário ao córrego Joaquim Português, que corta o Parque das Nações Indígena e forma o grande lago do lugar. O Governo do Estado já iniciou processo de revitalização e desassoreamento do córrego.

Ainda segundo Puccinelli, que no caminho da visita cumprimentou todos os funcionários da obra, alguns de outros Estados e até de outros países, um dos pontos que mais vai chamar a atenção dos visitantes será a interatividade. “Tem um tanque onde você vai poder tocar em alguns bichos”, revelou.

O projeto inicial prevê que o visitante poderá contemplar as espécies nas laterais e acima de sua cabeça, se informar sobre o clima, a água e os ecossistemas do Pantanal por meio de slides, mapas, maquetes e aparelhos sensoriais, lupas virtuais e microscópios especiais para ver espécies minúsculas. “Se o visitante apertar um botão vai saber tudo, por exemplo, sobre a Piraputanga”, explicou.

André Puccinelli espera concluir o Aquário do Pantanal, que oficialmente se chama CEPRIC (Centro de Pesquisa e Reabilitação da Ictiofauna Pantaneira), até o próximo mês de dezembro, e já disse que pretende estabelecer um valor acessível, a ser definido, para quem quiser visitar e se encantar com o local. 


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Poderia ser a reforma da Santa Casa né!
 
Epsbr em 30/10/2014 10:04:10
Uma bola de água com peixes dentro. Realmente é exatamente isso que Campo Grande precisa.
 
Cyro Escobar Ribeiro Neto em 30/10/2014 09:31:41
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