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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

05/09/2013 14:10

Bernal manda sindicância apurar "carne estragada" em Ceinf da Capital

Edivaldo Bitencourt

A Prefeitura de Campo Grande instaurou sindicância para apurar a denúncia feita por uma professora de que creches da Capital estão fornecendo “carne com sebo” e “mau cheiro” para crianças. A comissão foi oficializada por meio de decreto publicado hoje no Diário Oficial de Campo Grande.

Segundo a assessoria, assim que tomou conhecimento da denúncia, o prefeito Alcides Bernal (PP), determinou a imediata apuração da denúncia. O objetivo é saber quem foi o responsável pelo fornecimento da carne estragada e a qualidade da alimentação oferecida aos estudantes dos Ceinfs (Centros de Educação Infantil).

Integram a Comissão de Sindicância Administrativa os servidores da Secretaria Municipal de Educação - Daneila Ritcher Kanitz, Diana Garcia de Oliveira Contar e Julia Maria Dantas de Almeida Petralha. E, pela Secretaria Municipal de Políticas e Ações Sociais e Cidadania – Geusa da Silva Marques, Luis Fernando Garcia da Silva e Sandra Maria Vieira da Cunha.

A Comissão terá o prazo de 30 dias para apresentar relatório conclusivo. Caso sejam confirmadas as denúncias, os responsáveis serão penalizados conforme lei vigente.

O caso foi veiculado pelo Campo Grande News na terça-feira (3). Uma professora, que pediu para não ser identificada, enviou fotografias da carne moída com sebo e com cheiro podre.

Ela afirmou que ficou indignada porque o problema não ocorreu apenas no Ceinf onde trabalha. Ao falar com colegas, ela confirmou que o mesmo produto era servido em outra creche.



É interessante, que se houve erro, por que será que a carne fornecida ainda não foi trocada, ou se quer recolhidas, ou seja as crianças permanecem comendo essa carne com cheiro de carne podre. Sem falar da aparência dela, parece que pegaram tudo o que é descartado no frigorífico, moeram e mandaram para os CEINF.s.
 
Marcia Ferreira em 05/09/2013 20:22:28
Quem mandou trocar o fornecedor...
 
Deocleciano Rover em 05/09/2013 14:36:29
Parece-me que houve engano por parte do prefeito ou de seus assessores. Esse caso não requer sindicância e sim auditoria, composta por equipe de profissionais habilitados, que deverão fazer as verificações, colher material para análise e mediante os resultados positivos conclusivos, encaminhar relatório ao prefeito, sugerindo instauração de sindicância, caso existam funcionários envolvidos.
 
sebastiao dos reis em 05/09/2013 14:27:06
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