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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

25/10/2015 20:05

Bernal vai propor parceria com Exército na saúde, além do tapa-buraco

Flávio Paes
Prefeito admite que há recursos para operação tapa-buraco mais ampla (Foto:Divulgação)Prefeito admite que há recursos para operação tapa-buraco mais ampla (Foto:Divulgação)
Por enquanto, tapa-buraco só em algumas vias mais movimentadas (Foto:Divulgação)Por enquanto, tapa-buraco só em algumas vias mais movimentadas (Foto:Divulgação)

O prefeito Alcides Bernal que, acompanhado de sua equipe, se reúne nesta segunda-feira às 14 horas com oficiais da área de engenharia da 9ª Região Militar, além de definir o formato de um convênio para garantir o apoio do Exército em ações emergênciais de tapa-buraco, planeja propor também uma parceria na área da saúde.

A ideia seria aproveitar os oficiais médicos em mutirões nos bairros para consultas de algumas especialidades com demanda represada. “Sei que o Exército dispõe de um hospital de campanha. Esta estrutura poderia ser montada em algumas regiões da cidade para atender a população. Há dificuldade, por exemplo, para o agendamento de consultas na área oftalmológica”, comenta Bernal.

Em relação ao tapa-buraco o prefeito admite que ainda não tem certeza da disposição e das reais possibilidades dos militares firmarem a parceria. “Vamos conversar com os oficiais e saber exatamente a disponibilidade do Exercito. Acredito que seja possível. Eles contam com pessoal e equipamentos. O município, pode por exemplo, entrar com a compra da massa asfáltica’, explica.

De qualquer forma, Bernal admite que a Prefeitura não tem recursos para recuperar toda a malha viária da cidade com pavimento precário. “Vamos dar prioridade as ruas de maior movimento”.
O prefeito não confirma, nem desmente que haja uma disponibilidade financeira de R$ 1,5 milhão para tocar o serviço até dezembro, muito pouco, considerando que em média, a Prefeitura gastava R$ 3 milhões por mês com tapa-buraco.

O prefeito garante que pelo menos neste ano não terá terá condições de pagar o passivo de dívidas de curto prazo deixadas pelo prefeito afastado Gilmar Olarte, inclusive com o tapa-buraco. As prestadores de serviço se recusaram a retomar o serviço enquanto não tiverem um plano de pagamento dos atrasados.

“Estamos auditando estas notas, a Procuradoria Jurídica, avalia a legalidade dos contratos. Se não houver irregularidade, serão mantidos, com exceção os da Proteco e JD, empresas investigadas na Operação Lama Asfáltica”, assegura o prefeito que reluta em atestar alguns serviços, porque suspeita de irregularidades.
A dívida do tapa-buraco o secretário de Receita e Controle, Disney Fernandes, já admitiu em audiência na Câmara, que somaria R$ 11 milhões.

 



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