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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

06/01/2014 14:52

Dono de academia se desequilibra ao ver paisagem e morre no Inferninho

Mariana Lopes e Bruno Chaves
Idoso caiu da altura de 35 metros (Foto: Marcos Ermínio)Idoso caiu da altura de 35 metros (Foto: Marcos Ermínio)
Oito militares do Corpo de Bombeiros fazem o resgate (Foto: Marcos Ermínio)Oito militares do Corpo de Bombeiros fazem o resgate (Foto: Marcos Ermínio)

Um empresário, dono de uma academia no Bairro Coophavila 2, de 63 anos, morreu, no início da tarde desta segunda-feira (6), após cair do alto da cachoeira do Inferninho, em Campo Grande. Ele parou no local, por volta das 12h30, para ver a paisagem e acabou perdendo o equilíbrio. A queda foi de uma altura de 35 metros.

Manoel Eloísio de Souza Rufino seguia viagem para o assentamento Conquista e no meio do caminho passou pelo Inferninho. Segundo um funcionário da vítima, o pedreiro Rafael Roberto da Cruz, 27 anos, que o acompanhava na viagem, o homem não conhecia o local e resolveu parar a fim de conhecer o ponto turístico da Capital.

Rafael ainda conta que, como já conhecia a cachoeira, ficou perto do carro enquanto o patrão foi até a beira do abismo. Quando estava voltando, conforme o relato do pedreiro, Manoel se apoiou em uma árvore, desequilibrou-se e caiu.

O pedreiro conta que viu o momento no qual Manoel sofreu a queda, e a reação dele foi de correr até a caminhonete na qual os dois seguiam viagem para pegar o celular e ligar para pedir socorro.

Funcionário do idoso que o acompanhava disse que a vítima se desequilibrou e caiu (Foto: Marcos Ermínio)Funcionário do idoso que o acompanhava disse que a vítima se desequilibrou e caiu (Foto: Marcos Ermínio)

De acordo com a comandante da operação do Corpo de Bombeiros, a capitã Geisa Rodrigues Ferreira Romero, a vítima caiu de cabeça e ficou presa em uma fenda embaixo da cachoeira. Manoel teve traumatismo craniano e morte instantânea.

O resgate do corpo deve ser feito após a perícia chegar ao local e será retirado pelo caminhão guincho do Corpo de Bombeiros, através do sistema de polias, no qual o corpo da vítima é amarrado e puxado.

Na operação de resgate atuam oito militares dos bombeiros, que compõem o trem de socorro do quartel Coronel Antonino, além de duas médicas do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

Segundo a capitã Geisa, o trabalho de resgate, neste caso, é difícil por causa do acesso ao local onde o corpo caiu. Ela ressalta que o terreno também está bastante escorregadio por causa do período de chuvas.

Rafael, que trabalhava para o idoso há 8 anos, disse que estavam indo para o assentamento para buscar a mudança de um primo do pedreiro, mas não chegaram até o destino. Os dois pararam no Inferninho na ida para o assentamento.

Manoel era proprietário de uma academia localizada no bairro Coophavila, em Campo Grande. Ele era viúvo e pai de três filhas, segundo o funcionário.



Que Deus conforte os familiares...lamentável...não foi a primeira vez que isso aconteceu em 12/12/2011 perdi uma colega lá nos mesmos moldes... uma placa de advertência dos risco do lugar é algo de uma necessidade enorme, será que uma placa de advertência vale mais que uma vida? Você que é do poder público responsável por esta área tire o pé do chão.
http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/depois-de-morte-instrutor-orienta-pratica-de-rapel-com-seguranca
 
Valdinei Borin em 07/01/2014 11:39:29
Pá, ésta história tá mal contada. Aperta o pedreiro aí, que ele pia!!!
 
Patrocinio silva em 07/01/2014 00:24:39
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