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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

07/08/2014 18:36

Empresário diz que agiu de "boa fé" e fez empréstimo para comprar carros

Michel Faustino
Almir diz que está disposto a contribuir para esclarecer fatos (foto: divulgação)Almir diz que está disposto a contribuir para esclarecer fatos (foto: divulgação)

O empresário Almir Pinho da Silva, e o filho, Almir Pinho da Silva Junior, negam qualquer relação com a quadrilha presa por furtar nove carros zero quilômetro de uma concessionária em Campo Grande. Eles alegam, segundo o advogado Rafael Nunes da Cunha, que foram vitimas e agiram de boa fé ao adquirirem dois veículos da quadrilha presa no mês passado.

Segundo o empresário, que chegou a ter a prisão preventiva decretada, acusado de receptação, ele adquiriu dois veículos do grupo - um Fiat Pálio e um Fiat Strada. Almir diz que pagou a um intermediário R$58 mil pelos dois veículos.

Silva contou que adquiriu o veiculo de “boa fé” e, inclusive, financiou a compra junto ao banco Aymoré Financiamento em nome de uma de suas empresas.

Ainda afirmou que Almir Junior nunca teria participado de qualquer transação, sendo que os carros foram sempre comprados por seu pai.

Almir disse ainda que desde o inicio das investigações, procurou colaborar com a polícia e entregou os veículos imediatamente para as autoridades policiais. Segundo ele, mesmo sem os carros, o financiamento junto ao banco continua sendo pago.

"Tanto para as pessoas que mantenho vinculos afetivos como família, vínculos de amizade e ainda meus parceiros comerciais sabem da minha indole e acredito que sabem que já mais sujaria a minha imagem por motivo algum, que dirá por um crime como esse", finalizou o empresário.

Caso – De acordo com a delegada da Defurv (Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos), Gabriela Stainle, nove pessoas, entre elas, um funcionário da empresa foram apontados como integrantes da quadrilha que furtava os carros dentro da concessionária.

Nesta quinta-feira, segundo a polícia, todos os envolvidos com a quadrilha foram soltos pela Justiça e vão responder pelo crime em liberdade.



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