Estudante é preso com arquivos de abuso sexual infantil no Jardim Centro-Oeste
Investigado há seis meses, jovem também é suspeito de compartilhar conteúdo ilegal na internet
Estudante de 18 anos foi preso na quarta-feira (14), no Jardim Centro-Oeste, em Campo Grande, suspeito de armazenar e compartilhar arquivos de abuso sexual infantil pela internet. A prisão ocorreu durante a Operação Sentinela, realizada pela Polícia Civil após seis meses de investigação.
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Um estudante de 18 anos foi preso na quarta-feira (14), no Jardim Centro-Oeste, em Campo Grande, suspeito de armazenar e compartilhar arquivos de abuso sexual infantil pela internet. A prisão ocorreu na Operação Sentinela, da Polícia Civil, conduzida pela DEPCA após seis meses de investigação. Os policiais encontraram grande quantidade de imagens e vídeos, e o suspeito usava técnicas para ocultar sua conexão. A polícia apura se há uma rede organizada de distribuição.
A ação foi conduzida pela DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente). Durante o cumprimento de ordem judicial, os policiais encontraram grande quantidade de arquivos com imagens e vídeos de abuso sexual de crianças e adolescentes.
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Segundo a investigação, além de armazenar o material, o estudante também apresentava indícios de compartilhamento dos arquivos. Para dificultar a identificação, ele utilizava técnicas que ocultavam sua conexão e suas atividades na internet.
O trabalho de investigação começou há seis meses e permitiu aos policiais reunir informações sobre a atuação do suspeito no ambiente virtual. A quantidade exata de arquivos encontrados não foi divulgada.
Agora, o material apreendido poderá ajudar a identificar outras pessoas envolvidas na distribuição dos conteúdos. A polícia também investiga a possível existência de uma rede organizada de compartilhamento e comercialização desses arquivos.
A Operação Sentinela faz parte das ações da delegacia especializada para combater crimes sexuais contra crianças e adolescentes na internet. Além de identificar os responsáveis, o objetivo é impedir que os arquivos continuem circulando, já que cada novo compartilhamento representa outra exposição das vítimas.
A Polícia Civil não informou se o estudante já era investigado por outros crimes nem divulgou detalhes sobre os equipamentos apreendidos durante a operação.
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