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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

04/01/2013 14:37

Jovem de 29 anos morre e suspeita é de que causa seja leishmaniose

Viviane Oliveira e Mariana Lopes
A jovem morreu na madrugada desta sexta-feira. (Foto: reprodução Facebook)A jovem morreu na madrugada desta sexta-feira. (Foto: reprodução Facebook)

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) investiga se a morte de uma jovem de 29 anos foi provocada por leishmaniose. Juliane Silveira, que estava internada desde a última segunda-feira (31), morreu na madrugada desta sexta-feira (4), em uma clínica particular de Campo Grande.

A família tem um exame que confirma o diagnóstico da doença. A jovem também sofria de lupus, considerada uma co-morvidade em casos de leishmaniose, ou seja, um fator agravante. A família não quis dar entrevista.  De acordo com a coordenadora do setor de epidemiologia da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) Erci Hirota, já foi solicitado para o hospital o relatório do prontuário médico da paciente.

Segundo dados da Sesau, no ano passado foram confirmados 245 casos de leishmaniose em Campo Grande. Desse número nove pessoas morreram vítima da doença. Em 2011 foram confirmados 202 casos e três pessoas morreram de leishmaniose na Capital.

Leishmaniose – A leishmaniose é uma doença crônica, causada pelo protozoário leishmania. Comum em cães é transmitida ao homem por mosquitos flebotmíneos que se alimentam de sangue. Nos cães, os principais sintomas são: fraqueza, queda de pelo, febre e feridas.

Na pessoa a doença pode causar lesões no nariz, boca e garganta. Ela também pode afetar o fígado, baço e a medula óssea. Caso não seja tratada pode levar a morte.

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acho que inves de procurarmos culpados temos que impedir que aumente e vire caso mais serio e tenha mais vitimas.vamos acabar residuo onde vive o musquito que transmite.
 
carlos alberto alves barbosa da rocha em 06/01/2013 15:44:47
A discussão é matar ou não o cachorro? Se chegou a a esse ponto é por que não houve prevenção. Quantos ainda se perderão? Temos que tomar uma atitude, parar de falar e fazer a diferença, pensar macro e fazer micro. Começando por deixar o NOSSO quintal limpo, livre de depósito para larvar dos mosquitos, reciclando nosso lixo em casa, não jogando lixo ou dejeto de qualquer espécie na rua, terreno baldio, gente o segredo está em tratar o lixo, se isso for feito com eficácia pronto, não tem que sacrificar bicho nenhum tão pouco perdermos uma vida, essas doenças não escolhem credo, cor, raça, posição social. Uma sociedade onde as autoridades não fazem o que deveriam então... chega de esperar que outro faça primeiro, se vc não trabalhar o prefeito, CCZ não pagaram as nossas contas, pensa galera.
 
Kelly Sovenhi em 05/01/2013 11:32:26
Franco Catto ... gostaria que o senhor mostrasse seu caráter pelas obras que realiza em pról dos necessitados ... mostrar repugnância por quem ama todos os seres vivos da terra é fácil ... difíicil é ter atitudes que mudem esse quadro generalizado de desrespeito a vida e incentivo a violência ...
 
Maria Titi em 05/01/2013 10:14:32
Que Deus conforte o coração dessa família ...
Que conceda entendimento as pessoas que estão se aproveitando dessa situação tão triste para tentar promover a matança de cães ... os animais são seres vivos como nós ... são criaturas de Deus e merecem ser respeitados ... se estão doentes precisam ser tratados e não sacrificados .... tentando denegrir a imagem de uma veterinária que tenta salvar vidas .... gente isso só incentiva a violência ... nosso mundo precisa de paz ... precisa de pessoas que lutem pela vida ... estou passada pela falta de conscientização das nossas autoridades e da nossa população !!!
 
Maria Titi em 05/01/2013 08:57:48
A lamentável perda desta linda jovem é, infelizmente, mais um demonstrativo de como o Brasil negligencia a informação. Conhecer adequadamente a forma de atuação da doença, bem como as maneiras existentes de combate sempre foi a melhor forma para se evitar tragédias como essa. É óbvio que a vida humana tem prioridade, mas deve-se sempre ter cuidado para com as generalizações. Não há quaisquer leis que proíbam o tratamento de cães contra a leishmaniose e é bom que haja tratamento nos casos em que essa possibilidade é real. Negar tratamento ao animal, um companheiro do dia a dia é como negar tratamento a quem tem diabetes. Se há tratamento possível que isso seja facilitado e amplamente divulgado! Há casos em que a eutanásia é a solução. Portanto, o equilíbrio é o melhor modelo a se seguir.
 
André Luiz de Jesus Silva. em 05/01/2013 08:14:09
O problema não são os cães que estão em tratamento, é o mosquito. Mesmo o CCZ recolhendo todos os animais a leish nunca vai acabar. As doenças surgem de acordo com a vida social do ser humano; outras surgirão. O Milteforam é um remédio internacionalmente conhecido para a cura da leish mas a ANVISA insiste em não liberar. Tenho um cão que faz tratamento há 3 anos e a sorologia do exame pelo próprio CCZ deu "não reagente"; ou seja, meu cão não é transmissor. Se todos as pessoas do País passassem óleo repelente em seus cães, nem picados por mosquitos eles seriam. Conheço uma pessoa que adquiriu leish mas sobreviveu e tem vida normal, mas é portadora da doença também. A morte de uma pessoa leva a essa discussão toda mas são vários fatores que levam a esse desastre total.
 
Lis Silva em 05/01/2013 08:09:17
Fico lendo bobagens, pessoas dizendo que os animais que propagam leishmaniose... vão estudar, quem propaga leishmaniose é um mosquito e somente ele é transmissor da doença para humanos. O tratamento de leishmaniose para o animal não sai mais do que 130 reais mensais, na verdade, de 4 em 4 meses fazem-se exames de rotina por 120 reais, e o remédio mensal é de 30 reais. Matar cães por portarem leishmaniose invez de trata-los é o mesmo que matar um ser humano com dengue em vez de trata-lo.
 
Marco Aurélio Andrade Massilon em 05/01/2013 01:02:45
Gente , olhem o comentario da carolina Osssuna Ferlim... vamos tratar os cães para isso não se repetir;;; culpá-los é bem mais fácil né... conheço 02 cães que foram diagnosticados com leishimaniose 01 faz + ou - 08 anos que é tratado e não apresenta nenhum sintoma a outra é vacinada tambem foi diagnosticada e faz tratamento... não apresenta risco de contaminação.... GOVERNO: VAMOS APROVAR ALGUMA LEI QUE PERMITA O TRATAMENTO DOS CÃES PARA SALVARMOS VIDAS... ISSO NÃO PODE CONTINUAR ACONTECENDO, A MAIORIA DOS CRIADORES DE CÃES TEM AMOR PELO SEU CACHORRO E SE TIVER 01% DE CHANCE COM CERTEZA IRÃO TRATA-LOS, TEM QUE REVER ESSAS FORMAS DE TRANSMISSÃO, QUE SE O CÃO TRATADO NÃO É HOSPEDEIRO, A TRANSMISSÃO ESTÁ SENDO DE OUTRA FORMA... QUE TAL REAVALIAR ANTES DE JULGAR?
 
Aldina Marcia Alez Herter em 04/01/2013 23:19:10
Meus sentimentos aos familiares e meus sentimentos mais repletos de indignação a falta de conhecimento, cultura e informação de Amanda,Thiago e Carmem que insistem (enquanto funcionários do CCZ) em defender essa politica nefasta e absurda do extermínio em massa de cães, que comprovadamente em nada diminuí a doença.Sabe-se que o tratamento existe e que é eficaz, no entanto, o Brasil é único país que insiste em matar seus animais como politica de controle em vez de combater o vetor que o mosquito, em vez trabalhar com a conscientização da população, informando sobre prevenção, borrifando constantemente etc.Uma doença tão antiga e ainda sem solução por falta de vontade politica, de fato parece que não há interesse por parte do publico em resolver o problema "O MOSQUITO"...por que será???...
 
Patrícia Cabral em 04/01/2013 22:38:20
Que Deus a acolha de braços abertos. Juliane era uma pessoa excelente, de caráter invejável, uma profissional extraordinária, trabalhadora, feliz... uma grande neta, uma grande amiga e uma grande tia... Vai deixar muitas Saudades. O que nos conforta é que um dia nos veremos na Luz.
 
Rafael Abreu em 04/01/2013 22:21:03
A situação da leishmaniose no Brasil é uma questão política. O cão só é + uma vítima do mosquito flebotomíneo, como os humanos, gatos, cavalos, vacas; enfim todos os MAMÍFEROS podem pegar leishmaniose!!! O mosquito se reproduz em matéria orgânica! Quantos terrenos vazios e sujos temos em Campo Grande..... Leishmaniose é doença VETORIAL (necessita de um 'vetor' , no caso o mosquito, para ser transmitida) e precisamos controlar o vetor e não sacrificar cães !!!! Na Europa o tratamento é legalizado, existe ração terapêutica para cães com leishmaniose, países como Espanha e Portugal têm regiões endêmicas como Campo Grande e mesmo assim o governo não recomenda a eutanásia de cães e sim o tratamento!!!! Informação gente é isso, precisamos de informação!!!!
 
Tatiana Ojeda Verão em 04/01/2013 21:58:25
Inicialmente NÃO HÁ comprovação de que a moça tenha falecido em decorrência da leishmaniose.
Segundo, ainda que tivesse falecido em decorrência da leishmaniose, mesmo que todos os cães com leishmanioses sejam assassinados, há outros animais que também são hospedeiros e a doença continuaria existindo.
Não se trata de dar preferência a vida de um animal a de uma pessoa. A questão é a necessidade de termos realmente uma política pública de segurança para a sociedade, que enfrente a questão da leishmaniose com responsabilidade. Se matar os cães com leishmaniose não tem resolvido a situação, então é preciso enfrentar seriamente a questão.
 
Priscila Arraes Reino em 04/01/2013 21:57:26
Meu Deus a que ponto chegamos as pessoas nem ligam se uma jovem perdeu a vida continuam insistindo em um tratamento ilegal que só mascara a doença e alimentando o egoismo de certas pessoas, os animais merecem todo respeito e proteção mas e a vida humana não vale mais nada aqueles que mantem cães positivos em suas casas comecem a pensar e se fosse com seus filhos ou seus pais ?Ninguém se mobiliza qndo uma criança de oito meses morre de leishmaniose que sociedade é essa ??onde os valores foram invertidos
 
josi santos em 04/01/2013 21:50:43
Que Deus conforte e dê forças a esta família que já perdeu tanto...Estamos todos muito tristes com essa noticia.
 
Cleiciene Canhete em 04/01/2013 21:19:57
*** É necessário que o contribuinte saiba que o CCZ, bem como a sua direção não cria e nem inventa Normas Operacionais, mas apenas cumpre a Legislação vigente e se orienta pela metodologia de Controle de Endemias e Antropozoonoses ditadas pelo Ministério da Saude do Brasil, portanto ficar aqui discutindo o sexo dos anjos é pura perda de tempo. É correto afirmar que vidas e vidas jovens tem se perdido por conta desse agravo; então pessoas que julgam deter o saber sobre a matéria não atirem simplesmente pedras, mas apontem caminhos e soluções que sejam viáveis, afinal cidadania é também compartilhar o que se sabe com vistas ao bem comum. Tenho dito, e enquanto isso vamos às eutanásias, mesmo com dor em nossos corações pela morte dos cães doentes. É a lei !
 
Zuza Ratier em 04/01/2013 21:16:49
Lamentável que pessoas que trabalham no CCZ venham aqui usar de uma notícia tão triste como esta para acusar a veterinária e ex-presidente do CRMV/MS. Fico muito indignada que pessoa com mentalidade tão retrógrada trabalhe em uma instituição que deveria fazer seu papel de controle de zoonoses e não de extermínio de cães. O mais triste é que essa Senhora chamada Carmem Crepaldi representa a mentalidade dos demais funcionários do CCZ, eles deveriam estudar mais e saber que a medicina veterinária evoluiu muito e já existe tratamento e até a cura para a doença nos cães. Deveriam saber também interpretar a lei que não proíbe o tratamento e sim proíbe que seja utilizado remédios humanos. Deveriam ainda saber que o mundo todo trata os cães c/ a doença, só o Brasil mata.(publiquem p favor, grata)
 
Madalena Silveira em 04/01/2013 20:33:43
Ano após ano, eutanásias após eutanásias e o número de casos humanos de leishmaniose continua crescendo... Ainda não deu pra ver que a culpa não é do cão????
 
Flavio Oliver em 04/01/2013 20:29:02
A vida deve ser respeitada e preservada... toda doença que tem tratamento deve ser tratada, se o mosquito é transmissor nossas autoridades tinham que fazer um controle e a sociedade sua parte ... a dengue tbm tá matando muita gente e não há controle ... a verdade sabe qual é? é mais fácil matar e arrumar desculpas ... é por isso que a violência tá aí sem controle por todos os cantos da terra... POR FALTA DE RESPEITO PELA VIDA !!!
 
Maria Titi em 04/01/2013 19:02:18
Desleal é usar a dor de uma família para defender uma política de saúde pública que tem se mostrado ineficiente, nefasta e arcaica. Essa gente se nega a conhecer os avanços da medicina veterinária propagados em todo o mundo. Os protetores e ONGs têm alertado as autoridades que o extermínio em massa de nossas animais não tem contribuído no combate a doença e se posicionado por uma saúde pública que REALMENTE PROTEJA AS PESSOAS. Logo o CCZ que mata centenas de animais todos os dias....
Meus sentimentos a família .
 
Denise Dal Farra em 04/01/2013 17:40:32
Sou portadora de Lupus Eritematoso Sistêmico e tenho 4 cães em tratamento e também profissional de Saúde; Conheço todos os ricos e são os mesmos de que se não tivesse cães, mas sobretudo faço minha parte em manter locais de possível abrigo ao mosquito limpo, há dez anos trabalho na conscientização da população contra os vetores e sempre ouço as mesmas respostas, a prefeitura deveria isso o governo deveria aquilo, e muitos se esquecem que temos direitos e deveres. E muito fácil colocar a culpa no outro para se livrar da nossa parcela. Mesmo que entregássemos a população inteira de cães de Campo Grande, não estaríamos livre da doença, porque existem outros hospedeiros urbanos e a doença continuaria em propagação. Definitivamente a solução não está em exterminar cães.
 
Caroline Ossuna Ferlin em 04/01/2013 17:22:14
Amanda, Thiago e Carmem trabalham no CCZ e estão aqui postando com objetivo de culpar o cachorro pela morte da moça...é a mesma coisa que em caso de traição do marido, culpar a cama e o marido.
 
Marcela Silva em 04/01/2013 17:04:36
Quanta desinformação culpar o cão pela doença. O cão não é o vilão. Vilão é a autoridade responsável...não acabar com o mosquito transmissor da doença.
O mundo inteiro trata-se o cachorro com a leishimania, só no Brasil mata o cachorro.
Essa moça morreu de leishimaniose, tem gente que pega sem ao menos ter cachorro em casa, mas tem foco do mosquito por falta de cuidados.
É fácil culpar o cão e tirar a responsabilidade de 'prefeitos' .
 
Marcela Silva em 04/01/2013 16:58:47
Sinto muito pela perda da família, mas não se pode culpar uma pessoa que defende a vida animal. Não precisa ser muito conhecedor do assunto para saber que não são os cachorros os transmissores da doença aos humanos. Eles, ASSIM COMO NÓS, funcionam como reservatórios da leish. O que se deve fazer é fornecer tratamento mais agil e eficiente tanto para as pessoas como para os animais, afinal todos tem direito a vida!
 
Léia Campos em 04/01/2013 16:31:58
Concordo com o Thiago Marques!!!

Temos que colocar a vida de um ser humano na frente de um animal!!!!

Se coloquem no lugar dessa família, desse avô e se fosse com um parente seu, será que ainda seriam a favor do tratamento?

Reflitam!!!
 
Amanda Rodrigues em 04/01/2013 16:30:23
Lógico que estamos ajudando a propagar essa doença, mas os animais em nada têm culpa disso pois são os seres humanos que produzem lixo deixando de limpar seus quintais jogando lixo nas ruas de maneira indiscriminada e com muita falta de educação, a doença da leishimaniose é causada pelos mesmos fatores da dengue e no entanto ninguém fala em sacrificar os humanos por conta disso, acho que as pessoas deveriam se informar pois o tratamento de um animal é muito barato, aposto que pessoas que justificam dizendo que não tem dinheiro nem sabem ao menos quanto custa um medicamento.
 
kelly morais em 04/01/2013 16:28:39
Em meio a tantas discussões sobre o tratamento da leishmaniose, infelizmente mais uma vida se vai, e até quando iremos perder vidas por causa da pura irresponsabilidade de alguns Médicos veterinários que por puro orgulho insistem em dizer que essa doença tem cura e é possível ser tratada. Essa reportagem deveria ser repassada a destituida Presidente do CRMV para ver até quando vai continuar a brincar com a vida das pessoas.
Meus sentimentos a familia.
 
Carmen Crepaldi em 04/01/2013 16:21:50
Esse povo que fica colocando a vida de um animal na frente de um ser humano devia repensar . Logico que temos pena de sacrificar um animal doente, porem nem todos tem o dinheiro para tratar e encubar a doença no animal, só estamos ajudando a propagar mais a doença.
 
Thiago Marques em 04/01/2013 15:58:55
Uma dor muito grande quando perdemos pessoas com as quais convivemos, a Juliane era uma pessoa muito honesta, sincera, Profissional de Educação Física competente e dedicada, muito agradável na convivência com as pessoas, meus sentimentos aos familiares, principalmente o vôzinho (Avô da Juliane), que ela tanto amava.
Pode ter certeza Deus está de braços abertos esperando uma pessoa como você.
 
Eduardo Marques em 04/01/2013 15:57:47
Essa é uma notícia que jamais gostaria de estar lendo, quando soube, fiquei sem ação, uma pessoa boa, gentil, que mesmo em poucos anos de convivencia, mostrou todas as qualidades possíveis em um ser humano.. fica aqui meus sentimentos a família, amigos.. vá com Deus Ju.
 
Rodrigo Rocha em 04/01/2013 15:54:05
Essa matéria deveria chegar ao conhecimento da ex-presidente do CRMV-MS, pois ela está brincando com a vida humana!!!!

Mais uma jovem com um futuro pela frente se foi, por causa de uma doença que se poderia evitar se não fosse o egoismo do ser humano!!!!

Meus sentimentos a família!!!!
 
Amanda Rodrigues em 04/01/2013 15:34:17
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