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Capital

Live "paranormal" em hospital desativado na Afonso Pena termina na delegacia

Grupo fazia transmissão nas redes sociais dentro do antigo El Kadri após denúncia de invasão

Por Gabi Cenciarelli | 15/05/2026 07:18


RESUMO

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Grupo de criadores de conteúdo paranormal foi levado à delegacia após invadir o prédio abandonado do antigo Hospital El Kadri, em Campo Grande, durante uma live no TikTok. A polícia foi acionada por denúncia de invasão e encontrou os integrantes filmando supostos fenômenos. O delegado, porém, concluiu que não houve crime, pois o imóvel está desativado e sem uso residencial ou profissional.

Uma transmissão ao vivo feita dentro do prédio desocupado do antigo Hospital El Kadri terminou em caso de polícia na noite de quinta-feira (14), em Campo Grande. O grupo, que produz conteúdos sobre investigações paranormais para o TikTok, foi levado à delegacia após denúncia de invasão de propriedade.

Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados até o imóvel desativado, na Avenida Afonso Pena, após relatos de que pessoas realizavam filmagens no local sem autorização. Ao chegarem ao prédio, os agentes encontraram integrantes do grupo fazendo uma live sobre supostos fenômenos paranormais.

A transmissão foi interrompida pela ação policial. Um vídeo curto, de cerca de 6 segundos, foi publicado no perfil. Nos comentários, os telespectadores comentam sobre o final abrupto. "A polícia estragou o role", "Porque parou do nada?", "Não deram notícias depois que a polícia chegou", estão entre os comentários.

O advogado representante do hospital informou à polícia que os responsáveis pela transmissão não tinham autorização para entrar no imóvel. Conforme o registro, durante a live também teriam sido exibidos documentos encontrados no prédio, incluindo prontuários de pacientes e contratos antigos.

Celulares, um rádio transmissor e outros objetos usados pelo grupo chegaram a ser recolhidos durante a ocorrência, mas a Polícia Civil entendeu que não houve crime de invasão de domicílio. Na decisão, o delegado plantonista considerou que o hospital está abandonado e desativado, sem atividade profissional ou uso residencial.

O caso foi registrado na Depac Cepol (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) como preservação de direito e invasão de propriedade.

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