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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

23/04/2013 18:51

Menina quebra o braço em 3 partes e fica na escola 2 horas sem socorro

Viviane Oliveira e Helton Verão
Menina com braço engessado. (Foto: Marcos Ermínio) Menina com braço engessado. (Foto: Marcos Ermínio)

Mãe de uma menina de 5 anos, a diarista Suelen Marques Alves, de 26, denuncia a Escola Municipal Professora Eulália Neto Lessa por omissão de socorro. Na última quarta-feira (17) a filha dela foi empurrada durante o intervalo por uma colega, de 6 anos. A criança caiu, quebrou o braço em três lugares e só foi socorrida 2h depois, quando ela chegou na escola para buscar a filha.

A menina foi empurrada por volta das 15h por uma aluna da mesma sala, que tem Síndrome Donw. As 17h, horário da saída dos alunos, Suelen foi buscar a filha como de costume, quando a garota começou a chorar de dor após um abraço na mãe.

Ao ser informada pela filha do que havia acontecido, Suelen que não tem condução, foi para casa de uma vizinha pedir ajuda. As duas foram levadas para a Santa Casa. Lá após cirurgia, o medíco colocou pino e engessou o braço da menina. 

De acordo com Suelen, a criança vai ficar por pelo menos 20 dias de atestado. A mãe já pediu a transferência dela para outra instituição. “Como a escola não percebeu que minha filha estava com o braço quebrado. Ela ficou duas horas chorando de dor”, lamenta.

Além disso, os pais da menina estão tendo que arcar com toda a medicação que foi receitada pelo médico. Sem poder trabalhar, a mãe reclama que deixa de ganhar R$ 80 por dia com o trabalho de diarista. “Nós estamos dependendo apenas da renda do meu esposo, que é de um salário mínimo”, disse Suelen, que tem mais uma fillha de 2 anos.

Hoje à tarde, a direção da escola fez uma reunião com os pais dos alunos envolvidos. O pai da aluna especial, o autônomo Natal Vitalino Moraes, de 43 anos, disse que já avisou a escola que a filha precisa de uma pessoa para acompanhá-la durante as aulas.

Outra coisa que o Natal reclama é da estrutura da escola. Segundo ele o local tem muita elevação, escadas e degraus. “Por ser uma escola municipal, onde tem muita criança, não deveria ser assim. Qualquer queda pode resultar em uma fratura”.

A reportagem entrou em contato com a escola e com a assessoria de imprensa da Semed (Secretaria Municipal da Educação), mas até o fechamento não obteve resposta. 



Concluindo: penso que a saúde e educação deveriam caminhar lado a lado, com um profissional de saúde em cada unidade de ensino, regulado por lei. Imagine a seguinte situação: uma criança em parada cardiopulmonar. Não é um braço quebrado em jogo e sim uma vida que se perderá, caso o atendimento demore. Um braço pode ser imobilizado, uma vida não! Falo porque já passei por isso. Meu filho foi posto dentro de um carro e levado ao hospital mais próximo, hospital a qual presto serviço, com quadro de insuficiência respiratória aguda. Pergunto: e se ele entra em parada cardiopulmonar no veículo? Um socorro mau prestrado motivado por pessoa inabilitada no calor da emoção. Por isso penso que um profissional de saúde deveria ser regulado por lei dentro das escolas... Fica a dica!
 
Jader Martins em 25/04/2013 22:50:27
Observa-se nos comentários a falta de conhecimento, a ira motivada por um caso que é resultado de uma frustruação política, fruto do analfabetismo político. Vamos aos questionamentos: 1) Quedas e/ou outros traumas podem ocorrer com a participação de terceiros ou não. A queixa está na "demora" do socorro. 2) Será que ocorreu realmente "demora" no socorro? Sou um profissional da área de saúde e não consigo visualizar tal situação: criança com braço fraturado sem dor (precisou até de fixação com pinos). 3) Não consigo visualizar uma criança com dor chorando sem a devida atenção de profissionais que prestam assistencia educacional (é incompatível tal atitude). Devemos analisar o caso de forma imparcial evitando julgamentos injustos.
 
Jader Martins em 25/04/2013 22:44:13
Para esse caso dar uma repercussao maior, e ao menos os envolvidos no caso serem advertidos é necessario os pais procurarem a impresa darem uma entrevista para aparecer na tv em um horario que todos saibam e procurar a Semed e denunciar.Todos da escola diretora, professores, sueprvisor de alunos devem ser advertidos!!!!!!!
 
Fernanda Leão em 24/04/2013 11:18:45
Sou mãe de uma criança especial (dow) e ela estuda na Escola Juliano Varela. Anos atrás, na gestão do Zeca, quiseram acabar com as escolas especiais e se não fosse pelo nosso governador André Puccinelli, que na época era prefeito, as escolas teriam fechado. Não sou a favor da inclusão social exatamente por esse motivo. Nossas escolas não têm estrutura nem para cuidar de alunos sem problemas, dirá com alunos especiais. Peçam a essa mãe dessa garotinha com Dow que ouça o apelo da Liliane Assis e procure a escola Juliano Varela e por favor publiquem o meu comentário.
 
CLEUSA GARCIA DA ROCHA em 24/04/2013 10:41:04
Não fale das crianças especiais desta forma!!! eles tem direito a estarem inseridos na escola sim!!! isso aconteceu como poderia ter sido qualquer outra criança a empurra-la ...O que esta em questão aqui não são eles os alunos especiais ,mas sim o fato de "ter demorado para prestar socorro"...Povinho que não sabe das coisas e falam de mais!!!
 
Solange Gomes em 24/04/2013 10:29:43
PRISÃO PARA OS CORDENADORES E DIRETORES DA ESCOLA,
APÓS ISSO ELES DEVEM PEDIR DESCULPAS PARA A CRIANÇA E SUA MÃE.
 
Eduardo Faria em 24/04/2013 10:14:24
Não adianta fazer leis de inclusão se o governo não dá estrutura... não é preconceito, mas é muito díficil a insercão de pessoas especiais com esse tipo de problema no meio de outras crianças, e não tem como uma escola colocar alguem para acompanhar exclusivamente este aluno... como vai ficar os pais da garota especial devem arcar sim com os custos dos medicamentos da criança acidentada não é a busca pela igualdade? entrão deve ser tratada como um igual na responsabilidade.
 
sandra lima em 24/04/2013 09:59:04
Passei por essa situação a 8 anos atras, mas foi no intervalo, graças a Deus no momento teve um coleguinha (anjo) que foi avisar o professor do ocorrido. Tb não tive nenhuma ajuda financeira na epoca e ate hoje o meu filho tem a cicatrize no braço. Sabemos que criança e criança, mas existem profissionais contratados na escola e pago por nos para prestarem os serviços de atender nossas crianças com mais qualidade.
 
Aparecida da Silva em 24/04/2013 09:35:39
A menina passou 2 hrs com o braço quebrado em três lugares , com certeza chorando muito , sentindo muita dor .. e ninguém viu isso ?? Olokoo , troféu joinha pra essa escola hein '-' ... Sr. Natal , Fica a dica da Liliane Assis , sua filha merece um lugar com profissionais capacitados que deem sua devida atenção!
 
Tayna Chan em 24/04/2013 09:14:58
É um absurdo que uma criança especial que tem seu direito amparado por lei, não possa usufruir de seu direito adquirido. Temos tantos profissionais capacitados e desempregados nesta área. Agora acontece uma tragédia como esta e ninguém se responsabiliza, imagina a dor dessa criança e os prejuízos que ela pode ter, ainda mais na fase da alfabetização.
Estou indignada com a diretora e a atitude dela enquanto gestão na escola foi de pura negligência, se falta RH então que oriente o restante do profissionais, faz parte de uma boa gestão driblar as dificuldades, opu então passe o cargo para quem realmente se preocupa, para lidar com cças tem que primeiro amá-las.
 
Raquel Silva em 24/04/2013 08:28:34
ABSURDO POIS QUE ESCOLA E ESSA QUE NÃO PERGUTA PRA CRIANÇA O QUE ACONTECEU SE ELA ESTA COM DOR , POIS A CRINÇA ESPECIAL NÃO TEM NADA AVER ISSO E CULPA DA ESCOLA CONCERTESA
 
ROBSON LIMA em 24/04/2013 08:28:01
é tritste ovir .. essa historias falta de responsabilidade com as crianças ..2 horas sem socorro.. falta de imprudencia
 
matheus gualbert de mello em 24/04/2013 07:17:47
Que absurdo gente. O que faziam a direção, a coordenação ou a secretaria dessa escola que não socorreram a menina? Ah, já sei, estavam ocupadas falando sobre Salve Jorge, ou fazendo crochê, ou brincando com o celular, vendo facebook... Lamentável. Será que lá não tem ninguém capacitado pra atender crianças especiais? Por Deus, que essa mãe consiga transferir sua filha para outro lugar mais HUMANO.
 
Camila Maia em 24/04/2013 02:19:16
nao e o primeiro caso nesta escola,nem sera o ultimo enquanto tiver esta direcao, ja aconteceu com meu filho foi espancado na escola no horario de aula e nada foi resolvido, alegando a direcao da escola e os pais do agressor, pois o agressor tem deficienca mental. na verdade a escola nao tem profissionais capacitados para estas criancas especiais............. pau na direcao!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
priscila dias em 23/04/2013 23:24:57
É melhor nós pais ficarmos de olho em nossos filhos.Dia desses a mãe foi buscar sua filhinha na escola e soube que ela havia sido levada pelo Conselho para apurar um possivel caso de abuso sexual.Os pais não foram avisados.Hoje temos esse caso dessa pequena aluna que deixou de ser socorrida qdo ocorreu o acidente.O caso anterior não ficou muito bem esclarecido.E esse de agora?Só vou avisando uma coisa;se ocorrer alguma coisa com minha netinha...
 
samuel gomes-campo grande em 23/04/2013 23:15:01
Seu Natal, já conhece a Escola Juliano Varela? Escola especializada em crianças que tem a Sindrome de Down. Fica na Via Morena, nº 6513. Poderia trazer tua filha para conhecer a nossa escola e ver como é trabalhada a educação com as crianças especiais. Espero encontrá-los. Abraço!
 
Liliane Assis em 23/04/2013 22:52:13
Parece piada!!!
Primeiro, falta atendimento na escola.
Depois, falta remédio para o tratamento!!!
E, ainda, falta acompanhante para a portadora de necessidade especial!!!
Só não falta omissão, seja da Prefeitura, seja do MP, seja do povo que ainda permite que isto continue e não reclama.
Parece que aquele adágio sobre o Brasil é verdade.
Não tem guerra, não tem terremo, mas em compensação, o povo não é de nada!!!!
Vergonhoso.
 
antonio oliveira em 23/04/2013 22:33:37
Criança e sempre criança não pode culpar outra criança da mesma idade que ela só tem que ta sempre atentos, acho incrível uma criança com o braço quebrado em 3 lugares e ninguém desse escola perceber, só o motivo dela ter caído já é motivo para ficar atentos e verificar como esta criança está, todos sabem que uma criança no momento que não ta bem ela muda seu comportamento.
negligencia sim desses profissionais, não tem que fazer reunião para chamar atenção de pais e sim ser mais cuidadosos, para ter socorrido antes essa criança.
 
Ana cristina em 23/04/2013 21:54:50
Os pais da garotinha portadora de Síndrome de Donw não podem ser responsabilizados de absolutamente nada. Responsáveis pelo acontecido são a direção da escola e sua equipe. No lugar da senhora Suelen Marques Alves, mãe da garotinha vitima nesse acidente, eu acionaria judicialmente a direção da escola e o próprio município por neglicencia, omissão e tudo o mais que coubesse. Isso não pode ficar "de graça". Um simples pedido de desculpas não basta.
 
Fernando silva em 23/04/2013 21:21:53
Se fosse apenas na Escola citada, mas outras escolas não tem estrutura e nem profissionais capacitados para lidar com todos os tipos de crianças. Estava com minha filha matriculada na Escola Municipal Adair de Oliveira, que por sinal é muito desorganizada, não sabe tratar as crianças com a devida atenção, reclamam que as salas são numerosas e existe apenas uma professora e não tem com dar atenção para apenas uma criança, criando assim sempre problemas com os pais ou responsáveis, elas querem só crianças boazinhas que não dão trabalho algum para elas e são professoras antigas que não aceitam críticas sobre o sistema de ensino e a organização da Escola. Na verdade é uma Escola completamente desorganizada, desde a entrada dos alunos ao atendimento.
 
Maria Eduarda Vilela em 23/04/2013 20:56:02
Esse negócio de "inclusão social", resulta nisso mesmo. É claro que ninguém deve ser discriminado, mas crianças especiais tem que ter tratamentos especiais, e nossas escolas não estão preparadas pra isso... Ou prepara-se o profissional para oferecer um atendimento adequado, ou coloque-se o aluno especial em uma instituição preparada, ou veremos isso acontecendo mais e mais vezes, e o pior é que não poderemos fazer nada...
 
Ivone Arguelho em 23/04/2013 20:26:31
isso tbm aconteceu com meu filho á 3 anos,ele foi empurrado por uma coleguinha no intervalo e deslocou o cotovelo,na hora não sentiu muita dor mas foi até a direção e uma orientadora enfaixou o braço dele,quando cheguei na escola pra buscá-lo ás 11:00 eu assustei e ele me explicou o que aconteceu a orientadora veio até mim e a mãe da menina ainda queria me agredir pensa que absurdo.Levei ele ao posto da moreninha lá me encaminharão ao cem de lá fui pra santa casa e ele foi atendido encaminharão ele pro centro cirurgico fiquei muito assustada com td isso!!!mas acontece mesmo depois a escola me deu todo apoio que precisou porque ameacei em denunciar,mas acho que falta bons proficionais pra ese tipo de acontecimento!
 
venessa ferreira em 23/04/2013 20:05:00
dequen e a responsabilidade
 
cleber falcao em 23/04/2013 19:54:09
Cadê a lei de inclusão??? criança especial tem que ter uma psicopedagoga somente para ela?? onde estava??
 
Eliane da Silva em 23/04/2013 19:32:22
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