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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

28/10/2013 17:59

Mulher afirma que irmão foi agredido e jogado na piscina em baile funk

Bruno Chaves
Irmã mostra cartaz de festa funk (Foto: João Garrigó)Irmã mostra cartaz de festa funk (Foto: João Garrigó)

A família de Cleber Sanches Araújo, 30 anos, que morreu na madrugada de sábado (26) em uma piscina do Sítio da Colina, durante um baile funk, na Vila Nasser, em Campo Grande, suspeita que o técnico de som tenha sido agredido e jogado na piscina antes de se afogar.

“A boca dele estava toda machucada por dentro e o dente da frente estava quebrado. Parecia que ele tinha levado um soco. No rosto, perto do nariz e do olho, também estava tudo arranhado. A mão dele também estava roxa e pulso parecia quebrado”, conta a irmã da vítima, Dayane Sanches Araújo, 27.

A dona de casa lembrou que foi ao sítio onde o rapaz morreu e por lá encontrou até drogas. “Porções de maconha e de cocaína” estavam espalhadas em “saquinhos” pelo chão do banheiro masculino e em um dos bancos da varanda.

Dayane ainda afirmou que um tiroteio ocorreu durante o baile funk. Segundo ela, pessoas conhecidas que também estavam na festa revelaram que homens trocaram tiros dentro do Sítio da Colina.

“Queremos saber o que realmente aconteceu. O laudo da morte diz que é afogamento. Mas ele sabia nadar porque morou no Guarujá (SP) um bom tempo e ficava na praia”, lembra outra irmã, a manicure Janaína Sanches da Rocha, 29.

A manicure questiona o horário dos fatos. Segundo ela, o óbito foi constatado às 3h30, mas o comunicado a família só foi feito às 4h40. “Algo de errado aconteceu porque chegamos lá e tava tudo limpo. Só tinha os restos de drogas”, disse.

Baile Funk – A família de Cleber ainda afirma que versões contrárias sobre a festa pode atrapalhar a investigação da polícia. “A mulher que organizou o evento disse que era uma festa de 15 anos e que meu irmão entrou de penetra. Mas era um baile funk mesmo e ele pagou R$ 10 pelo ingresso”, afirma.

Para confirmar a versão, Dayane foi ao local e guardou o cartaz de divulgação do evento que, segundo ela, foi arrancado da parede pela organizadora do baile. “Ela também disse que o Cleber entrou e se jogou na piscina. Mas tenho conhecidos que falam que ele participava da festa e que tinham mais de 15 pessoas na piscina”, garante.

Cleber foi ao baile funk intitulado de 2ª Noite das Solteiras com um amigo, que até hoje não procurou a família para conversar sobre a morte. O técnico de som deixa uma esposa grávida de três meses e dois filhos, um de cinco e outro de três anos.

O caso – Cleber morreu afogado no sábado durante o baile funk na Vila Nasser. Segundo o soldado da Polícia Militar, Rildo Nazaret, por volta das 2h da madrugada, vizinhos do local chamaram a polícia por causa do barulho.

Os convidados diziam que era uma festa de aniversário, mas com a chegada da polícia admitiram ser um baile funk.

Após a PM deixar o local, a festa continuou. O homem foi encontrado horas depois dentro da piscina. Ele foi retirado da água pelos convidados da festa. Nenhuma das pessoas que estavam na festa quis falar com a equipe reportagem.



Olha eu concordo com alguns comentarios eu Sei q ele foi a trabalho ele tinha mulher e filhos para sustentar entao ele nao foi atoa ele estava realmente na hora errada no lugar errado e com pessoa errada mais fazer o que ele tinha que trabalhar......
 
leticia correa em 30/10/2013 15:08:43
o cara vai onde ele quiser, essa organizadora da festa deve ser acusada de homicidio se e casado ou solteiro estava vivo e ninguem tem o direito de tirar vida de ninguem
punição
 
katiuscia bogqarim em 29/10/2013 14:33:19
Ah ele era casado, tinha 2 filhos e a esposa estava grávida...
Foi inocentemente a festa das Solteiras... uma festa em que o panfleto parece de filme pornô!!!
Se estivesse em casa cuidando da família isto não teria acontecido!!!
Não é porque morreu que vai virar santo...
 
Renata Antunes em 29/10/2013 10:51:42
No lugar errado, na hora errada e com pessoas erradas. Pelo que entendi, o técnico de som morto, foi contratado na festa. Se for isso, tudo bem até aí. No entanto, concordo plenamente com os comentários, referidos ´`a essa nojeira de funk...
 
Alix Garcia em 29/10/2013 10:18:28
O problema não é baile funk, sertanejo, rave, pagode, etc ... o negócio é criar o meio pra vender drogas. O negócio é esse, o resto e lorota e tá tudo autorizado, com alvará inclusive.
 
Carlos Marques em 29/10/2013 10:04:49
Concordo com os comentários, se a festa era funk pq mentiu dizendo ser um aniversário de 15 anos?? estão mentindo pq sabe que por traz dessa morte tem sujeira das grande!!! vcs não tem ideia que sofrimento que os motorista de plantão do terminal da Julio de Castilho sofre com os frequentadores do baile funk o PROIBIDÃO, eles chegam bebendo e fumando sei la o que...e cometendo ato de vandalismo, ja passou da hora das autoridade tomar alguma atitude, antes que um pai de família perca a vida na mão desse delinquentes??
E mais ligar p/ o 190 não resolve...são de menor, não podem fazer nada!!!!!!!!!
 
carla cristina em 29/10/2013 09:28:12
Também não acho preconceito contra os bailes funks...assim como igreja onde pastor é "ex-bandido", "ex-ladrão"..ex-tudo que não presta.....tem também baile sertanejo onde se mata até no estacionamento...tem também o pagode...e por aí vai...
 
Tasso Guerra Junior em 29/10/2013 09:06:57
O pior nem é o baile funk...vai quem quer. O pior é o que um homem casado pai de duas crianças e um terceiro na barriga da esposa estava fazendo em um baile funk ?............lamentável mas que procurou,procurou.
 
ana paula ribas em 29/10/2013 09:03:49
Acho que não é preconceito falar a verdade que tudo em que envolve baile funk só junta o que não presta, veja na midia o que ocorre...Se checarem os participantes na policia a metade tem passagem por diversos crimes, só não vê quem não quer.
 
emilio santana em 29/10/2013 08:35:36
Parece preconceito, mas tudo que se vê de notícia relacionada a baile funk tem desgraça. Seja briga, acidente, morte... se fosse coisa boa os participantes não precisariam ter mentido que era festa de aniversário para não dizerem que era funk.
 
Fernando Valença em 29/10/2013 07:18:38
Já passou da hora do Judiciário mudar as leis do país. Essa meninada da Vila Nasser anda impossível... Desde cedo tem moto roubada, drogas e bebedeira. E não é difícil achar não. A PM pega mas não pode segurar... aí continuam se achando os reizinhos...
 
Maria José em 28/10/2013 22:49:14
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