Jovem denuncia pastor por abuso sexual sofrido aos 15 anos na Capital
Vítima procurou a delegacia no fim de janeiro e disse que tinha medo de denunciar o líder religioso
Uma jovem de 21 anos procurou a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), em Campo Grande, para denunciar um caso de abuso sexual que, segundo relato, ocorreu em julho de 2019, quando ela tinha 15 anos. O registro foi formalizado no fim de janeiro deste ano.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
Uma jovem de 21 anos denunciou à Depac (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), em Campo Grande, um abuso sexual ocorrido em 2019, quando ela tinha 15 anos. Segundo o relato, o crime aconteceu na casa do irmão, onde o suspeito, conhecido da família e frequentador da mesma igreja, a abordou sozinha. Ele teria invadido o local, cometido o abuso e ainda a ameaçado para que não revelasse o ocorrido. A vítima afirmou que sofria com traumas psicológicos desde o episódio, que incluiu dor intensa e sangramento. O suspeito, que tinha livre acesso à residência, voltou após o crime para entregar um suposto contraceptivo de emergência. Ela pediu medidas protetivas contra o acusado, que trabalha como pastor e coordenador de um centro para idosos. O caso está sob investigação.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima contou que estava na residência do irmão, durante o período de férias escolares, quando o suspeito, pessoa conhecida da família e frequentador da mesma igreja, foi até o imóvel. Conforme o relato, o irmão e a cunhada teriam saído, deixando a adolescente sozinha na casa.
Minutos depois, o homem teria entrado no imóvel e, segundo a denúncia, levado a adolescente para um quarto, onde ocorreu o abuso. A vítima relatou que houve dor intensa e sangramento.
Ainda conforme o registro policial, após o ato, o suspeito deixou o local e, posteriormente, retornou para entregar um comprimido, dizendo que seria contraceptivo de emergência. A jovem também afirmou que foi ameaçada para que não contasse o ocorrido, sob risco de sofrer represálias contra familiares.
Segundo o boletim, o investigado tinha livre acesso à residência por ser pessoa de confiança da família. A vítima relatou que, em razão do trauma e do medo, desenvolveu problemas psicológicos ao longo dos anos.
Ela pediu medidas protetivas contra o pastor que também atua como coordenador de um Centro de Convivência do Idoso. O acusado já foi investigado por outro estupro de vulnerável.
Se você vive ou testemunha alguma forma de agressão, denuncie. O 180 atende 24 horas e pode orientar e acolher. Em situações de risco imediato, ligue 190. Seu gesto pode salvar uma vida.
Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais.


