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Capital

Pedreiro é multado por fazer rinha e manter aves em gaiolas apertadas

O pedreiro foi conduzido à delegacia de Polícia Civil na Capital e responderá por crime ambiental de maus-tratos a animais

Por Viviane Oliveira | 14/08/2020 10:16
Galo com ferimentos foram encontradas na casa do pedreiro de 41 anos (Foto: divulgação/PMA) 
Galo com ferimentos foram encontradas na casa do pedreiro de 41 anos (Foto: divulgação/PMA)
Quatro galos foram apreendidos pelos policiais ambientais  (Foto: divulgação/PMA) 
Quatro galos foram apreendidos pelos policiais ambientais  (Foto: divulgação/PMA)

Pedreiro de 41 anos, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi multado em R$ 7 mil por manter em casa uma rinha de galo. O flagrante foi nesta quinta-feira (13), no Bairro Talismã, na saída para Cuiabá em Campo Grande.

Após receber denúncias, equipe da PMA (Policiais Militares Ambientais) e do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) foram até o endereço indicado e constataram crime de maus-tratos.

O proprietário da casa afirmou que criava os galos, mas negou que fazia rinha. As equipes da PMA e IBAMA verificaram que os animais eram mantidos em gaiolas de madeira extremamente apertadas, com restrição de movimentos, privação de luz solar e circulação aérea inadequada, situação que caracteriza maus-tratos.

Mutilados com as esporas cortadas, quatro animais tinham diversos ferimentos na crista e no peito. Os galos e as gaiolas foram apreendidas. O dono do local também mantinha em cativeiro ilegalmente uma ave silvestre da espécie maracanã, que também foi apreendida.

O pedreiro foi conduzido à delegacia de Polícia Civil na Capital e responderá por crime ambiental de maus-tratos a animais, com pena prevista de três meses a um ano de detenção e por manter animal silvestre em cativeiro, cuja pena prevista é de seis meses a um ano de detenção. A PMA confeccionou auto de infração administrativo e aplicou multa de R$ 7 mil.

Local onde as aves viviam (Foto: divulgação/PMA)
Local onde as aves viviam (Foto: divulgação/PMA)