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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

12/03/2014 08:37

PM confessa que executou homem porque ele era amante da sua esposa

Graziela Rezende

A Polícia aguarda a apresentação do policial militar aposentado Oseias dos Santos, 48 anos, acusado de matar a tiros Ramirez Medina Marques, o Miro, 40 anos. Segundo o delegado Devair Francisco, responsável pelas investigações, o autor confessou se tratar de um crime passional, já que desconfiava de um caso de Ramirez com a sua esposa.

“Nós ouvimos três pessoas na ocasião, principalmente a esposa do autor do crime, que contou como ele agiu no dia. Ela disse que jamais imaginou que ele pudesse matar o homem, somente percebeu que Oseias estava muito quieto e estranho. No local, perguntou a ela se era aquele o vizinho que trabalhava com guincho e o executou”, afirma o delegado.

As outras pessoas comentaram sobre o crime, já que não conheciam o autor. Elas estavam junto com Ramirez e seguiam para o Carnaval da avenida Fernando Côrrea da Costa. “Nós instauramos inquérito policial e aguardamos a vinda de mais testemunhas. Uma das pessoas adiantou que o filho do casal estava junto, sendo que Oseias respondeu ao menino que matou a vítima porque ele era amante da sua mãe”, explica o delegado.

Sem antecedentes, o militar da reserva responderá por homicídio qualificado, com pena mínima de dez anos de reclusão.

Crime - Por volta das 22h15 do dia 3 de março, na rua Trindade, Vila Progresso, em frente ao posto Figueira. Conforme a ocorrência, a mulher da vítima relatou que o marido parou o carro em que estavam, um Ford Fiesta, no posto, e ela, a filha e uma amiga desceram do veículo. Logo em seguida ouviram um disparo.

A mulher conta que ao olhar o que havia acontecido, viu o vidro da porta do motorista quebrado e o marido ferido com o tiro na cabeça. Ainda conforme consta no Boletim, a filha da vítima viu o autor do disparo colocando a arma na cintura e deixando o local em motocicleta vermelha. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada para socorrer a vítima, mas quando os militares chegaram ao local, Miro já estava morto.

 



Traido ou não a execução não se justifica, foi um crime covarde, não deu a minima chance de defesa à vitima, se tinha certeza que estava sendo corneado, se separesse da esposa traidora e pronto, como disse o Adriano no seu comentario, e agora vai continuar vivendo com a mulher e continuar a matar toda vez que for traido.
 
juvenil marques do vale em 12/03/2014 16:07:51
E aí, o autor fez alguma coisa com a mulher que supostamente o traiu? será que ele tinha certeza que a vitima era mesmo o amante da sua mulher? vai largar da mulher agora? ou vai continuar sendo traído e mantando os amantes da mulher por aí? é pracabá mesmo.
 
Adauto Correa LIma Junior em 12/03/2014 11:05:39
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