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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

28/06/2013 20:27

Por falta de pagamento, grupo tranca funcionários em canteiro de obras

Viviane Oliveira e Evelyn Souza
Trabalhadores afirmam que só vão sair do local depois de receberem os salários atrasados. (Foto: Marcos Ermínio) Trabalhadores afirmam que só vão sair do local depois de receberem os salários atrasados. (Foto: Marcos Ermínio)

Cerca de 50 funcionários que prestam serviço para a construtora Rossi protestam na noite desta sexta-feira em frente de um condomínio no bairro Rita Vieira, ao lado da escola municipal Professora Iracema Maria Vicente, em Campo Grande.

Eles estão desde às 6h no local e afirmam que só vão sair depois de receber os salários atrasados desde janeiro. Eles também proibiram profissionais de outras empreiteiras de entrar, só liberaram para o administrativo, que está impedido de sair, até que o salário seja pago.

Segundo os funcionários, eles foram contratados pela empresa Ricardos Fillito Tintas, de São Paulo, para prestar serviço para a Rossi, mas que a empresa faliu e desde março não recebem pagamento.

Eles reclamam que a maioria dos funcionários, que trabalham como pintor na obra, é de outro estado e a empresa não paga nem o alojamento para os funcionários. O pintor Vandeilson Santos Brito, de 34 anos, que mora no Estado do Maranhão, disse que mora com mais três pessoas e que vão acabar sendo despejados por falta de pagamento.

“Além dos salários atrasados, eles não pagam nem a nossa estadia na cidade”, reclama Cícero, acrescentando que só vai sair de frente da obra depois que receber os pagamentos atrasados.

Uma das poucas mulheres do grupo, Sirlei Pereira da Silva, de 39 anos, disse que foi demitida no dia 5 deste mês e até agora não recebeu um mês de salário e a rescisão. “Eu trabalhei dois meses e só recebi um. Estou preocupada porque a minha carteira de trabalho está retida em São Paulo e por conta disso já perdi dois empregos”, lamenta.

Sirlei reclama que também não depositaram o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). “Nada do que eles prometeram foi cumprido”, diz.

Segundo os funcionários, quando a empresa Fillinto deixou de pagar eles pararam de trabalhar. Por conta disso, a construtora Rossi demitiu os funcionários dizendo que pagaria num prazo de 15 dias, mas o acordo não foi cumprido.

Hoje a empresa afirmou que pagaria até as 14h e até agora nada. “Vamos passar a noite aqui se for preciso, mas só vamos sair com o que é nosso de direito”, dizem os trabalhadores.

A assessoria de imprensa da Rossi informou que a construtora vai assumir a dívida da empreiteira e o pagamento dos funcionários será realizado ainda hoje.

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Deveriam estar agradecidos, pois a Construtora realizou o pagamento de funcionários de uma empreiteira irresponsável. Sendo q a mesma não devia nada.
 
Amanda Silva em 03/07/2013 08:24:15
nós já falamos com o ministério publico do trabalho, por isso veio o pagamento, terminamos de receber ontem uma hora da manha que absurdo!!!!!
 
luiz felipe nunes de macedo em 29/06/2013 15:47:45
ate quando essa palhaçada na construção civil? eu já passei por isso por isso digo que se Deus quiser nunca mais trabalho para essas empreiras sem vergonha,tenho processo desde 2010 a receber e ate agora nada,voce trabalhar o mes todo e ficar sem pagto o fim do mes,tive minha luz,agua cortada,como fica se voce trabalha por que precisa, essa pouca vergonha tem que acabar ,empreiteira nao paga coloca o dono na cadeia ate pagar ,se o pai nao pagar pensao vai preso,entao a lei deve ser a esse tambem.por que ele esta deixando faltar comida na boca de varias familias.
 
adriano xavier em 29/06/2013 11:10:52
essa é mais uma negociação do edil, que prejuizo para campo grande
primeiro foi a mexicana agora esta.
esta administração do nelsinho
 
adrielle pereira em 28/06/2013 21:40:04
Por favor orientem esse trabalhadores para procurarem o ministério público do trabalho.
 
JOSE ALFREDO DE MELO em 28/06/2013 21:05:00
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