Projeto de conjunto popular com reuso de água na Capital vence prêmio nacional
Condomínio de apartamentos no Centro-Oeste é financiado pelo Minha Casa, Minha Vida

Condomínio popular projetado para Campo Grande conquistou destaque nacional ao vencer o Prêmio Minha Casa, Minha Vida, do Ministério das Cidades, na categoria Sustentabilidade. O projeto do Residencial Manoel de Barros aposta em soluções ambientalmente corretas, como geração de energia solar, reaproveitamento de água da chuva e estratégias arquitetônicas que favorecem iluminação natural e ventilação cruzada.
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Desenvolvido pelos arquitetos Paula Vilela e Rodrigo Azevedo, do escritório AAA Azevedo Agência de Arquitetura, o conjunto habitacional é considerado pioneiro no país por reunir práticas sustentáveis em moradias de interesse social. A proposta surgiu para concorrer a um concurso nacional de arquitetura com foco em moradias sustentáveis e teve apoio da Prefeitura de Campo Grande, da Secretaria Nacional de Habitação e da agência alemã de cooperação técnica GIZ.
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O residencial, que será construído no Jardim Centro-Oeste, bairro da região sul da Capital, conta com 164 unidades habitacionais, cada uma com 53 metros quadrados, além de um espaço comercial no térreo com 15 lojas voltadas para a rua.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a configuração dos blocos de apartamentos permite reduzir em cerca de 50% a incidência direta de sol nas fachadas mais expostas, contribuindo para o conforto térmico e a economia de energia.
Mesmo com as soluções inovadoras, o projeto mantém viabilidade dentro das regras do programa habitacional federal. O custo total estimado é de R$ 38,5 milhões, com valor médio de R$ 2.498 por metro quadrado.
Seleção - Em dezembro de 2025, a Prefeitura de Campo Grande divulgou a lista de pré-selecionados para 82 apartamentos destinados a famílias de baixa renda, dentro da Faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida.
Os imóveis são voltados a famílias com renda mensal de até dois salários mínimos (R$ 3.242).
A relação de pré-selecionados foi publicada em edição extra do Diogrande (Diário Oficial do Município), por meio de edital da Emha (Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários). Os candidatos passam agora por análise documental e validação dos critérios exigidos pelo programa antes da confirmação definitiva.
A prefeitura reforça que não há cobrança de taxas em nenhuma etapa do processo de seleção e orienta os inscritos a acompanharem as convocações exclusivamente pelos canais oficiais.
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