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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

29/03/2011 17:24

Cidades que têm hospitais referência mandam 331 pacientes para Santa Casa

Fabiano Arruda

Dados são referentes ao mês de março

 Cidades que têm hospitais referência mandam 331 pacientes para Santa Casa

Seis municípios de Mato Grosso do Sul que têm hospital referência encaminharam de 1º a 29 deste mês 331 pacientes para a Santa Casa de Campo Grande.

De Coxim veio o maior número de pessoas: 101 e, do total, o que mais chama atenção é que 15 foram casos de internação e 25 de urgência ou emergência. O Hospital Regional de Coxim tem mais de 50 leitos.

Aquidauana, que também possui Hospital Regional, vem logo atrás com 75 encaminhamentos, mas a unidade de lá atende pacientes de Miranda, Bodoquena, Bonito, Porto Murtinho, Bela Vista, Nioaque, Jardim, Dois Irmãos do Buriti, Guia Lopes e até de Coxim e São Gabriel do Oeste.

“Aqui a gente vê muita ambulância de fora”, diz o vereador Ademar Brites (PT).

Corumbá, que possui a Santa Casa de Misericórdia, mandou 54 casos para a Santa Casa de Campo Grande.

Nova Andradina, que tem um Hospital Regional, encaminhou 41 pacientes.

Dourados, que possui unidades de referência como o Hospital Evangélico e o Hospital Universitário, mandou 31 casos.

De Três Lagoas, onde opera o Hospital Auxiliadora, foram encaminhados 29 pacientes.

De Paranaíba, que dispõe da Santa Casa de Misericórdia, vieram 13 pacientes no período. “Nosso problema é igual ao de todos: falta dinheiro. Onde tem dinheiro, não há problema”, diz o prefeito de Paranaíba, José Garcia de Freitas, o Zé Braquiara.

Ranking - As cidades que lideram o número e encaminhamentos para Santa Casa de Campo Grande são vizinhas. Sidrolândia aparece em primeiro lugar, com 167 pacientes, Terenos, em segundo, com 122, Ribas do Rio Pardo, com 116, e Camapuã, com 111.

A assessoria da unidade, que revelou os dados ao Campo Grande News, ressaltou que o número deve ser maior para Campo Grande, por conta dos pacientes que vão para o Hospital Regional e o Hospital Universitário.

Além disso, o número oficial é baseado nos encaminhamentos, mas, a quantidade de atendimentos é maior por inúmeros motivos, entre eles, o fato de algumas pacientes virem para Campo Grande por conta própria, enquanto outros dizem que moram na Capital, mas, na maioria das vezes, estão apenas de passagem. E o hospital informa que não há como restringir este atendimento.

O universo de pacientes que vêm do interior do Estado ainda pode ser considerado pequeno em relação aos mais de 20 mil casos que a Santa Casa de Campo Grande atendeu no mês de março.

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Eu penso da seguinte forma, enquanto o brasileiro continuar em frente a tv querendo saber quem é o vencedor do big brother, ou quem é o vilão da novela das 9, nosso parlamentares continuarão aprovando aumento dos próprios salários e votando leis que só beneficiam a eles mesmos, o povo ainda se esquece que a culpa por esse caus na saúde brasileira, é culpa da falta de repasse e administração corretos nas verbas do governo federal, senão começar-mos a cobrar coerência por parte deles, governantes, vamos ver a situação piorar, não basta reclamar aqui no Campo Grande News, temos que nos mexer e cobrar de quem está no comando e foi posto por nós lá!
 
Oswaldo Junior em 30/03/2011 12:02:47
Se na Capital a saúde está um caos por causa dos atendimentos aos pacientes do interior, avaliem, então como está o atendimento no interior.
Sou morador de Coxim e infelismente aqui o caos é total. Quem tem condições de procurar atendimento particular/conveniado não fica aqui, procuram os profissionais em Campo Grande. Mas para pacientes do SUS, infelismente, não há outra alternativa: ou morrem em Coxim, sem as condições necessárias, ou são transferidos, normalmente às pressas, para Campo Grande.
Convido o Sr Alfredo Carvalho a tentar tratamento no Hospital Regional de Coxim, então após o atendimento, faça uma reflexão.
O problema da saúde pública (SUS) não é local, é nacional e as Capitais são referências para atendimento mais complexo.
Tenho dito
 
Marcondes Oliveira/Coxim em 30/03/2011 11:35:29
Os hospitais de Campo Grande devem agir com os pacientes do interior da mesma forma que fazem com pacientes de Campo Grande, antes de ir ao hospital deve passar por um posto de saude da sua cidade e dai só sera permitido ser tratado em campo grande se tiver encaminhamento. E o Estado deve fazer fiscalização em hospitais do interior para saber se estao mandando pacientes para campo grande sem necessidade.
 
Julio Lima em 30/03/2011 11:23:07
No mês de março meu filho sofreu uma queda de bicicleta e havia suspeita de fratura na cabeça, foi deslocado do interior para a Santa Casa onde foi atendido por diversos especialistas e em seguida liberado. OBS. O médico no hospital do interior não soube sequer realizar um serviço decente com os pontos no rosto do meu filho, o que foi inclusive criticado pelos especialistas da Santa casa... é por isso que precisamos da Santa Casa.
 
Humberto Eloi em 30/03/2011 09:33:27
Senhor Alfredo,
Voce é tao simplista se acha que o fato dos pacientes virem do interior é porque os medicos nao querem trabalhar. Não seja ridículo. Se acha que esses pacientes nao tem direito de vir para Campo Grande, entao vá se tratar no interior tambem para ver o que é bom para tosse.
Além do mais a culpa do caos da saude não dos profissionais que trabalham no setor da saúde.
 
HENRIQUE RODRIGUES COELHO em 30/03/2011 08:22:40
Gostaria de saber como está a saude destes hospitais do interior, quais as condições reais dos mesmos, aqui todos sabem que está um caos, pois a população não esta mais aguentando e infelizmente é um caos fatal.
 
Marisa Mezza em 29/03/2011 09:20:02
Isso a muitos anos virou caso de policia!!!!
A uns anos atraz em Corumba, entrou um novo diretor no hospital o mesmo fez um levantamento e ficou petrificado com o resultado, 60% dos pacientes internados pelo SUS eram Bolivianos.
Aqui em Campo Grande na santa casa ja foi detectado a uns anos atraz paraguaios internados se tratando pelo SUS e não havia vagas para os brasileiros.
Vão os senhores nas cidades brasileiras fronteiriças e verão a realidade, o SUS paga tratamento para estrageiros. Para os diretores da maioria dos hospitais das fronteiras não importa quem seja desde que venha a verba do SUS.
Vão dizer os senhores que é uma questã humanitaria!
Resposta com a qual eu não concordo pois nos brasileiros não temos vagas, porque tratar estrageiros se os brasileiros não tenhem o atendimento conforme a lei estabelece.
Vem a velha maxima ( QUEM PARIU MOISES QUE EMBALE O BERÇO), o governo de cada pais que trate dos seus compatriotas.
As prefeituras do interior lavam ligeirinho suas mãos é um tal de coloca na ambulancia e leve para Campo Grande. Sobrecarregam os hospitais da capital na maioria das vezes com casos que poderiam ser solucionados no proprio municipio.
Eu ja morei em cidade do interior do estado e via isso todos os dias.
Trazem aos borbotões de pacientes para Campo Grande e o campograndensse que se dane, pois quando nos que aqui moramos e precisamos de uma vaga não tem a mesma pois os medicos do interior encheu os hospitais da capital.
Tudo bem !!!! Tambem são brasileiros, mais não é justo !!! Tendo eles como atender no local da origem e não o fazem. É mais facil e pratico para os medicos do interior mandarem os pacientes para Campo Grande , vai sobrar mais tempo para bate papo.
Procurem os senhores do jornal e garanto aos senhores que encontraram estrangeiros fronteriços internados e se tratando pelo SUS nos hospitais de Campo Grande. E vagas para brasileiros ????? Nenhumaaaaa!!!!!Com os senhores a palavra.
 
Alfredo Carvalho em 29/03/2011 07:56:04
esse problema é antigo na maioria das vezes são de apadrinhados políticos . Tem varios hoteis e pensões conveniadas com predeituras para dar suporte aki na capital, deveria ser estancada essa hemorragia e os hospitais daqui atender pessoas de outras localidades, apenas as consideradas de alta complxidade e graves alem disso fazer um TAC com as prefeiraas para q as mesmas custeiem os custos, é minha opiniao.
 
josé lima martins em 29/03/2011 06:24:38
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