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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

21/01/2014 17:34

Construção civil pode ter retração com defasagem e burocracia em MS

Luciana Brazil
Setor que gera 40 mil empregos pode ter retração no Estado em 2014 (Foto: Divulgação)Setor que gera 40 mil empregos pode ter retração no Estado em 2014 (Foto: Divulgação)

Com expectativa de movimentar cerca de R$ 2,33 bilhões, a indústria da construção civil em Mato Grosso do Sul pode crescer até 3,5% em 2014 em relação ao faturamento do ano passado, quando foram obtidos R$ 2,26 bilhões. Porém, os altos preços das obras públicas, a demora nas concessões de licenças ambientais e outras licenças, por parte do governo, podem causar uma retração no mercado.

Conforme a avaliação do presidente do Sinduscon (Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção de Mato Grosso do Sul), Amarildo Miranda Melo, a indústria da construção civil enfrenta entraves com o governo. Além disso, o setor é freado pelos preços inadequados ao mercado.

“Temos muita demora em relação às licenças ambientais, licenças construtivas, alvarás, habites e registro de imóveis. Isso tem atrapalhado o segmento e, por isso, o empresariado entra o ano ainda receoso”, explicou.

"Os preços estão inadequados à realidade do mercado, principalmente no que diz respeito às obras públicas. A burocracia é muito grande, os preços precisam ser corrigidos", pontuou.

O setor é o que mais emprega no Estado. São mais de 40 mil industriários empregados em 2.661 estabelecimentos da construção civil em Mato Grosso dos Sul, segundo dados da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Amarildo garantiu que tem tentado desburocratizar os serviços, o que ajudaria ainda mais o desenvolvimento do setor.

“Buscamos contato com os secretários de Obras e de Habitação do Estado para tratar dos preços e a desburocratização dos serviços. Com essa reunião, que está agendada para o início do ano ainda, esperamos visualizar um novo cenário para o segmento”, afirmou.

Apesar da expectativa de retração, o momento do setor é considerado positivo. “Hoje, apesar de tudo, ainda estamos em um bom momento e para dar continuidade a isso e crescer é preciso que seja criado um melhor ambiente de negócios, melhorando a infraestrutura”, declarou.

Amarildo acrescentou ainda que quanto mais pessoas qualificadas o segmento tiver, mais trabalhadores estarão empregados, isso porque as indústrias da construção civil necessitam de mão de obra especializada.

“A Fiems, por meio do Senai, trabalha junto ao segmento na capacitação de mão de obra na área de eletricista, pintor e pedreiro, mas a nossa demanda é muito grande e ainda não conseguimos suprir a maioria dessa demanda”, destacou.

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Essa retração é o começo da recessão econômica que está por vir. Engenheiros, preparem-se! Provavelmente muitos ficarão desempregados...
 
Anita Ramos em 22/01/2014 09:25:33
Ridículo o Minha Casa Minha Vida, pro governo se você tem renda acima de 2 mil reais você já é rico e não precisa de subsídio pra comprar sua casa. Aí você simula o financiamento na Caixa de uma casa de 140 mil tem que dar 14 mil de entrada e pagar parcelas mensais iniciando em mais de 1200 reais. E aí vem um e diz: "Mas o valor das parcelas decresce", é mas você só vai pagar menos de mil (990) a partir do ano de 2021. Agora me diz como um cara com salário de 2000 paga 1200 de parcela e sobrevive com 800, simples ele compra uma casa mais lixo ainda pra pagar um valor menor na parcela.
E ainda tem essas megaconstrutoras que vem a Campo Grande pra construir milhares de apartamentos "lixosos" de 40m². Povo, deixa de ser burro, parem de comprar esses lixos, só assim a construção melhora.
 
Douglas nantes Gualberto em 22/01/2014 08:59:55
Construção civil no estado é uma vergonha. Casas supervalorizadas e com péssimo padrão de construção. É ridículo pagar 140 mil em uma casa com um terreno minusculo. Um terreno onde se construía uma casa a vinte anos atrás hoje se divide o terreno em três partes para a construção de três casas. Daqui a pouco vamos estar morando em latas de sardinha. "Quintal pra quê?! É desperdício de espaço!", é mole?!
Outra coisa é a construção de casas geminadas que parece que virou padrão em Campo Grande, constrói-se uma casa com uma parede que divide a casa ao meio e pronto, tem-se duas casas. Aí quando seu vizinho decide fazer uma obra na casa dele abala toda a estrutura das duas casas.
 
Douglas nantes Gualberto em 22/01/2014 08:51:39
os governos tinha era que barrar as construtoras de fora do estado ,pois as mesmas so vem aqui para levar as divisas da populaçao ,trazem tudo de fora tantos materiais eletricos e hidraulicos, como mao de obra tambem ,tinha que criar uma politica que quando se faz uma obra aqui,todo o material e mao de obra tem que ser daqui tambem,issso e concorrência desleal ,pois o comercio daqui precisa de incentivo,pagamos todos os impostos que cobram ,e essas construtoras vem de fora, nao pagam nada aqui ,quando isso vai acabar ,precisamos de trabalho de vendas para o nosso comercio crescer cada vez mais ,vamos sr deputados criem esta lei ,vamos ver se vcs trabalhão mesmo pelo o estado.
 
AGNALDO SILVA em 22/01/2014 08:31:23
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