A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

10/12/2011 09:04

Dilma entrega prêmio de Direitos Humanos ao CDDH Marçal de Souza

Edmir Conceição*
Professor Paulo Ângelo de Souza, do CDDH-MS, recebe prêmio entregue pela presidente Dilma. (Foto: Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente - ANCED.Professor Paulo Ângelo de Souza, do CDDH-MS, recebe prêmio entregue pela presidente Dilma. (Foto: Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente - ANCED.

O Centro de Defesa de Direitos Humanos Marçal de Souza Tupã-i (CDDH-MS) recebeu ontem das mãos da presidente Dilma Rousseff o Prêmio Direitos Humanos 2011, conferido pela pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. O certificado foi entregue pela presidente Dilma Roussef ao representante da entidade em Mato Grosso do Sul, professor Paulo Ângelo de Souza.

O prêmio é a mais alta condecoração do governo brasileiro a pessoas e entidades que se destacaram na defesa dos direitos humanos. O CDDH-MS venceu a categoria Centros de Referência em Direitos Humanos.

A cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, premiou outras entidades e personalidades e contou com a presença da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, e do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-PA), entre outras autoridades.

"Aqueles que sabem que em algum momento do nosso país fazer greve era questão de polícia, divergir era questão de cadeia e opinar e lutar contra podia levar ao cárcere e até a morte, sabe que nós percorremos um caminho. O Brasil devorou e digeriu todos esses artifícios autoritários e conseguiu construir uma democracia", afirmou.

Para Paulo Ângelo o prêmio aumenta a responsabilidade do CDDH-MS na defesa e garantia dos direitos da criança e adolescente Indígena no Estado e seu acesso a educação. Ele afirma que estes direitos são negados pelos governos locais. Uma das situações enfrentadas atualmente é a falta de transporte particular para as crianças e adolescentes que vivem em áreas ocupadas por terras tradicionais indígenas.

“O poder público municipal e estadual não tem reconhecido aquela área ocupada como área de direito dos povos indígenas do Mato Grosso do Sul, que vêm sofrendo quase uma onda de genocídio silencioso e todo o tipo de violência”, disse.

Outras 21 entidades e pessoas receberam o prêmio, entre eles o instituto Vladimir Herzog e a juíza Patrícia Acioli, assassinada em agosto por policiais corruptos no Rio de Janeiro (RJ).

(*) Com informações de Ítalo Milhomem

Câmara de Vereadores entrega meio milhão de reais em emendas parlamentares
A Câmara Municipal de Costa Rica, a 305 quilômetros de Campo Grande, realiza nesta segunda-feira (dia 11) três sessões, duas delas especiais. Às 14h ...
Município de Itaporã comemora 64 anos de emancipação neste domingo
Conhecido como Cidade do Peixe, Itaporã, distante 227 km de Campo Grande, comemora 64 anos de emancipação neste domingo (10). A prefeitura municipal ...


imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions