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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

22/05/2009 10:08

Envolvidos em jogatina podem ficar presos mais 5 dias

Redação

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) vai pedir à Justiça a prorrogação da prisão temporária dos 17 presos na operação Las Vegas.

Os envolvidos com jogatina estão presos desde quarta-feira (20), devido a mandado de prisão temporária.

Como o documento permite prisão por no máximo cinco dias, o Gaeco vai pedir à Justiça para que eles fiquem presos por mais cinco. Se caso a Justiça não deferir, eles serão soltos na segunda-feira (25). Se for acatado o pedido, eles ficam presos até dia 30 (sábado). Após esse período, pode ser pedida a prisão preventiva.

De acordo com o MPE (Ministério Público Estadual), todos os 17 presos já foram ouvidos uma vez. Uma testemunha também prestou depoimento.

O major da reserva da PM (Polícia Militar) Sérgio Roberto de Carvalho, apontado como chefe da quadrilha e dono de dois cassinos em Campo Grande e um na Bolívia, está no presídio federal.

O capitão da PM Paulo Roberto Teixeira Xavier, o cabo Marco Massaranduba e o também militar Odilon Ferreira da Silva, estão presos no Presídio Militar Estadual.

Os demais estão recolhidos na Defurv (Delegacia Especializada em Furtos e Roubos de Veículos): Samuel Ozório Júnior (gerente geral da organização), Marcos Aurélio de Freitas (responsável pela distribuição das máquinas nos pontos), Robson Ribeiro Motta (responsável pela distribuição de máquinas nos pontos), Marcel Rodrigo de Carvalho Simões (responsável pela montagem, inserção da programação dos jogos e pelo conserto das máquinas caça níqueis da organização), Maicon dos Anjos Mussi (auxiliar do Marcel), Diones Magalhães Silva (emprestou o nome para abertura de uma empresa utilizada pela organização, além de fazer serviço de rua, como contato com bancos e de ordem administrativa para a organização), Marcelo Pereira de Souza (contador da organização), Luiz Bernando da Silva Filho (responsável pela distribuição de máquinas em Campo Grande) e Andrey Galileu Cunha (teria sociedade com o chefe da quadrilha no Cassino Caju).

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