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Interior

Capataz é preso após tiro matar criança de 7 anos em fazenda na fronteira

Menino foi atingido no tórax por disparo de revólver calibre 38 em propriedade rural de Cerro Corá

Por Gabi Cenciarelli | 24/06/2026 13:48
Capataz é preso após tiro matar criança de 7 anos em fazenda na fronteira
Paraguio preso pelo crime (Foto: Divulgação)

O capataz Gustavo Gómez Servín, de 27 anos, foi preso e acusado de homicídio culposo após a morte de uma criança de 7 anos atingida por um disparo de arma de fogo em uma propriedade rural de Cerro Corá, no Departamento de Amambay, região de fronteira com Mato Grosso do Sul.

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Um capataz paraguaio de 27 anos foi preso e acusado de homicídio culposo após um disparo de revólver calibre 38 matar uma criança de 7 anos em uma propriedade rural de Cerro Corá, no Departamento de Amambay, região de fronteira com o Mato Grosso do Sul. O caso ocorreu no domingo (21) e a criança foi atingida no tórax, não resistindo aos ferimentos. A arma foi apreendida e as circunstâncias do disparo seguem sob investigação.

Segundo o Ministério Público paraguaio, o caso aconteceu na tarde de domingo (21), na colônia San Juan, onde o investigado trabalhava. A criança foi atingida por um tiro no tórax. O disparo teria partido de um revólver calibre 38 que estava em posse do capataz.

Após ser socorrido, o menino foi encaminhado para um hospital particular em Pedro Juan Caballero, mas não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada pela equipe médica.

A promotora Sandra Díaz formalizou a acusação por homicídio culposo e solicitou a prisão preventiva do investigado. Durante audiência de custódia, Gustavo optou por permanecer em silêncio e não prestou depoimento.

Conforme as autoridades paraguaias, o suspeito foi detido pela polícia após o ocorrido e posteriormente apresentado para os procedimentos judiciais. A arma utilizada no disparo foi apreendida.

As circunstâncias que levaram ao disparo ainda são investigadas pelo Ministério Público. Até o momento, o caso é tratado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

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