A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

25/09/2012 23:16

Ministro atribui redução de leitos a mudança no atendimento psiquiátrico

Gabriel Neris

Alexandre Padilha, da Saúde, esteve em Campo Grande na noite desta terça-feira em ato político organizado pelo PT

Ministro da saúde Alexandre Padilha esteve em Campo Grande na noite desta terça-feira (Foto: Gabriel Neris)Ministro da saúde Alexandre Padilha esteve em Campo Grande na noite desta terça-feira (Foto: Gabriel Neris)

O ministro da saúde Alexandre Padilha justificou na noite desta terça-feira (25), em Campo Grande, a redução do número de leitos destinados ao SUS (Sistema Único no País) nos hospitais, principalmente em Mato Grosso do Sul, onde houve queda de 26% em sete anos, a maior queda entre os estados.

Padilha afirmou que deve ser considerada a evolução da medicina durante este período. “A maior parte da redução de leitos foram de hospitais psiquiátricos, que eram os antigos manicômios. E hoje o tratamento mais moderno de transtorno mental não é botando as pessoas no manicômio”.

O ministro também disse que vários tratamentos, antes feitos somente nos antigos manicômios, hoje estão sendo realizados em ambulatórios e até com atendimento domiciliar.

“Nós precisamos de mais leitos? Precisamos sim. Mas também temos que avançar em outros tipos de leitos, mais modernos como os leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), que colocamos na rede de urgência e emergência aqui em Mato Grosso do Sul, e no atendimento de pronto-socorro”, completou.

Faltando quase três meses para o final do ano, Padilha também comentou de que forma o Ministério da Saúde fiscalizará os municípios que não terminarem e entregarem a tempo as obras de postos de saúde e unidades de pronto atendimento, que tem recursos federais. De acordo com Padilha, a fiscalização será com o apoio dos conselhos municipais e a carta SUS.

“Todo o paciente internado recebe uma carta em casa e primeiro papel é denunciar algum tipo de irregularidade, com isso, estamos descobrindo situações como se a cirurgia não existiu, ou algum tipo de irregularidade que descredencia o serviço. O Ministério da Saúde quer premiar e repassar mais recursos para o atendimento à população”, enfatizou.

O ministro da saúde esteve em Campo Grande para apoiar a candidatura de Vander Loubet (PT) a prefeito. O ato político foi realizado no auditório da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) e contou com a presença dos candidatos a vereadores

Mega-Sena acumula e prêmio no sábado pode chegar a R$ 39 milhões
A Mega-Sena mais uma vez ficou sem vencer na noite desta quarta-feira (13) e, assim, acumulou. O prêmio pode subir para R$ 39 milhões no sorteio do p...
Chuva intensa de meteoros terá pico na madrugada de quinta-feira
A chuva de meteoros Geminídeos – uma das mais intensas e brilhantes do ano – vai ocorrer durante a noite de hoje (13) e a madrugada de amanhã (14) e ...
STF tem maioria a favor de delação negociada pela Polícia Federal
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou hoje (13) maioria para manter a autorização legal para que a Polícia Federal (PF) possa negociar delações pre...


E os usuários de substâncias químicas, para onde vão? O Hospital Rosa Pedrossian, de uns anos para cá, perdeu inúmeros leitos.
Sempre vejo, o desespero de pessoas tentando internar "usuários de drogas". Os familiares ,sempre esbarram na burocracia e falta de estrutura adequada para essa clientela. Inclusive,com corpo técnico especializado, o que o que o Rosa fazia muito bem na éopoca do Dr. Jhony
 
Neyde de Oliveira em 26/09/2012 12:18:38
Que desculpa, mais sem logica do ministro! A população brasileira esta envelhecendo, com aumento do tempo de vida; a população aumenta a media de 1,7% ao ano. E há redução de leitos hospitalares. Considerando a população brasileira em duzentos milhões, atualmente. A pergunta:É, onde as três milhões e quatrocentos mil pessoas que aumenta ao ano serão internadas se necessário?
 
luis eloy alves da costa em 26/09/2012 10:17:19
Caro Paulo Cabral,
Se vc quiser saber da verdade, nem a metade dos pacientes do Nosso Lar deveriam estar lá. Parece que os ares da luta antimanicomial não passaram por lá.... Aquilo é um estabelecimento prisional para loucos... Se uma comissão séria passasse por lá veria
que nada justifica tantos pacientes internados....
 
Marcos Eduardo em 26/09/2012 10:02:32
A explicação do ministro pode se aplicar a outros lugares, mas, em Mato Grosso do Sul, nunca houve tantos leitos psiquiátricos, só os do Hospital Nosso Lar e a ala de psiquiatria da Santa Casa, em Campo Grande, e o hospital de Paranaíba. Portanto, a razão tem de ser outra.
 
paulo cabral em 26/09/2012 08:27:50
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions