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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

09/02/2009 12:05

Mortes por leishmaniose aumentaram em 3,5 vezes em 2008

Redação

Dados da Secretaria Estadual de Saúde, publicados em seu site, apontam que no ano passado as mortes por leishmaniose mais que triplicaram em Mato Grosso do Sul. Foram 28 casos, enquanto em 2007 a doença levou oito pessoas à morte.

Há vítimas de todas as idades, desde crianças pequenas a adultos e idosos. Entre as pessoas com idade mais avançada e que são mais fragilizadas a mortalidade foi mais acentuada.

Das mortes, 14 ocorreram em Campo Grande. Outros municípios com número significativo de mortes são Três Lagoas e Aquidauana (três cada).

Três Lagoas, inclusive, foi alvo de um estudo que apontou que em famílias com pessoas doentes há um grande número de infectados assintomáticos, que podem ser uma espécie de reservatório.

Isso ocorre com o cão, considerado o principal hospedeiro do protozoário, inoculado através da picada do mosquito flebotomínio.

O superintendente de Saúde, Eugênio de Barros, afirmou que os dados referentes à mortalidade precisam ser checados e garante que as ações têm garantido a redução do número de pessoas infectadas no Estado.

Quanto aos municípios que tiveram maior número de mortes, ele lembra que em muitas vezes os casos atribuídos a Campo Grande são de pessoas infectadas em outras cidades que buscaram atendimento na Capital por ter um Centro de Atendimento de Doenças Infecto-Parasitárias.

Na Capital uma série de ações foi desencadeada pela prefeitura para combater a doença, dentre elas os exames sistemáticos em cães e a distribuição de coleiras com repelentes. Quando os exames apontam que o animal está doente e o dono se recusa a entrega-lo para sacrifício fica sujeito à multa de R$ 7 mil, mas tem direito de fazer um exame particular como contraprova. Em outra frente, a prefeitura também promove a borrifação em residências.

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