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Campo Grande, Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

21/02/2018 19:37

Número de afetados diminui, mas alerta por conta da chuva é constante

Caiu para 75 mil o número de pessoas afetadas pelas chuvas em todo o Estado, segundo a Defesa Civil.

Adriano Fernandes
Panorama do alagamento que tomou conta de alguns dos principais bairros de Aquidauana. (Foto: André Bittar) Panorama do alagamento que tomou conta de alguns dos principais bairros de Aquidauana. (Foto: André Bittar)

Caiu para 75 mil o número de pessoas afetadas pelas chuvas do início desta semana, no Estado, segundo a Defesa Civil. A estimativa era de 76 mil pessoas afetadas até ontem (20).

O decréscimo é por conta da saída de Batayporã do estado de emergência em vigor na cidade desde o ano passado. Mas o órgão segue em alerta por conta do período mais chuvoso que se estende até, pelo menos o final do mês de fevereiro. 

“O monitoramente ainda é diário e constante, assim como o trabalho de assistência as cidades mais afetadas”, comenta o coronel e coordenador adjunto da Defesa Civil, Fábio Santos Coelho Catarineli.

Os dados abrangem desde casos extremos como de famílias atingidas por alagamentos até de quem tenha sofrido indiretamente com o temporal. 

Em Aquidauana, cidade recordista em chuvas pelo país, nesta terça-feira (20) a estimativa é de que 120 pessoas foram desabrigadas e a cidade ainda padece pela cheia do Rio Aquidauana. No total 40 famílias foram desabrigadas.

Já em Bela Vista, outras 16 pessoas foram desabrigadas e 46 desalojadas (que deixaram suas casas, mas não foram para abrigos). “Esses números são atualizados diariamente conforme a Defesa Civil vai atendo as áreas mais atingidas”, comenta.

Os alertas emitidos aos moradores via celular e que antecipam o risco de temporais, tem se tornado aliado indispensável para os trabalhos de monitoramente. Basta cada morador enviar uma mensagem de texto para o número 40199 com o CEP de sua residência para receber os avisos.

Força tarefa – Em Aquidauana, o trabalho para retirar as famílias ribeirinhas foi feito em uma força tarefa que envolveu Defesa Civil, Exército, PMA (Polícia Militar Ambiental), Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

As regiões mais afetadas foram: bairro Guanandi, região da PMA – antigo zoológico –e colônia Buriti. A expectativa da Defesa Civil é que rio comece a baixar a partir desta quinta-feira (22) caso não chova mais.



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