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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

28/04/2008 15:19

Polícia pede prisão preventiva de acusados de corrupção

Redação

A Polícia Civil solicitou hoje cedo à justiça a transformação em preventiva da prisão temporária de quatro dos cinco agentes que estão presos desde sexta-feira, acusados de corrupção passiva e falsificação de documentos, por envolvimento em um esquema de falicitação da saída de detentos da Colônia Penal Agrícola de Campo Grande.

A providência foi tomada em relação ao ex-diretor da Colônia,  Luiz Carlos dos Santos, e aos servidores Gilmar Figueiredo, Ricardo Baís e Miguel Coelho, cuja prisão temporária vence amanhã.  Além deles, está preso Livrado da Silva Braga, que era diretor do presídio até sexta-feira,  mas no caso dele a prisão já era preventiva.

Apontada como envolvida no esquema, a filha de um detento, Ariadne Walesca Pantoja, também foi presa provisóriamente, na sexta-feira, mas no sábado foi solta. Pelas apurações que já constam do inquérito da Polícia Civil, era na conta de Waleska que eram feitos depósitos que pagariam a propina aos funcionários.

Waleska foi solta porque os policiais que cuidam do caso entenderam que não havia mais porque mantê-la na cadeia. O pai dela, Mário, foi identificado como o detento que intermediava o pagamento e teria dito à Polícia Civil que a filha apenas emprestou a conta para receber os depósitos. O sigilo bancário de Waleska já foi quebrado e ela foi indiciada por corrupção passiva.

Além dos servidores,  ao todo, 13 pessoas estão sendo indiciadas por participação no esquema, entre presos e servidores públicos. Outras 29, todos detentos, tiveram regressão de regime, ou seja, voltaram do regime semi-aberto para o fechado.

Elas devem ser investigados numa segunda fase do inquérito.A primeira fase deve ser concluída até o dia 11, envolvendo as 13 pessoas já indiciadas. O esquema garantia aos presos ofícios falsos de saída para trabalho, que eram apresentados à justiça como forma de justificar a saída dos detentos.

Segundo a reportagem apurou, em algumas situações, os ofícios eram usados até para desmentir a informação dada após operações da PM (Polícia Militar) apontando que presos não haviam sido encontrados no presídio quando deveriam estar.

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