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Aluguel de temporada ainda é pouco explorado, diz especialista

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Aluguel de temporada ainda é pouco explorado, diz especialista

No MS a modalidade tem concorrência quase inexistente e a conveniência impulsiona um crescimento constante

Por Post Patrocinado | 07/06/2021 07:30
Foto Divulgação
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Nenhum setor da economia passa por tantas inovações como o imobiliário. Como ele reflete a forma de viver das pessoas, as transformações acompanham e estão cada vez mais aceleradas impulsionadas pela tecnologia e a necessidade de praticidade. Nos últimos anos, surgiu uma nova mobilidade impensável há pouco tempo: locar um imóvel apenas por uma noite através de um contato remoto pelo celular, sem necessidade de maiores burocracias.

O que é facilidade para uns é oportunidade para outros. O aluguel de temporada já é bastante popular no País, principalmente em municípios litorâneos e com grande apelo turístico, mas ainda tem espaço quase inexplorado em cidades do interior do Brasil, assim como Campo Grande, por exemplo.

 “Campo Grande atrai todos os dias muita gente do interior, empresários ou executivos de outras regiões à trabalho e este é um público perfeito para a locação de temporada” afirma o economista Fábio Araújo, especialista em análise de mercado para o setor. Segundo ele, mesmo assim a cidade tem oferta quase inexistente de imóveis com este perfil e por isso indica como uma super oportunidade de investimento.

Foto Divulgação
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Fábio destaca que para o imóvel chamar atenção dos locatários temporários precisa ser moderno, com ótima localização. Para justificar sua indicação por este tipo de investimento, ele analisa os números, tomando como exemplo o Vista, que está sendo construído em Campo Grande pela SBS Empreendimentos e tem as características necessárias para este tipo de mercado. “Este edifício tem unidades de 41 a 91 metros quadrados. Vamos fazer uma comparação: na locação tradicional a menor unidade teria um aluguel mensal de 1200 reais, já que a média é de cálculo é 30 reais por metro quadrado. Já para alugar por dia o valor de acordo com a qualidade do imóvel estaria entre 150 a 200 reais a diária, alcançando ainda valores maiores dependendo da época do ano. Mesmo assim, pelo menor valor, locando apenas 15 dias por mês você já vai ter uma receita de 2100 reais”, analisa.

Fábio lembra ainda que em Campo Grande a concorrência é absolutamente desprezível, já que é um segmento que está começando agora. “Todo trimestre pesquisamos o setor em 250 cidades brasileiras e o que mais o consumidor pede é qualidade de vida. Os investimentos obrigatoriamente estão associados a isso. Um empreendimento com inteligência dos serviços, boa localização, uma área de lazer realmente útil e localização que permita uma vida mais ágil é tudo que o mercado pede e precisa, seja para morar ou para investir. Esse é o retrato do mercado no momento. Quem optar por um imóvel com este perfil terá um grande ativo em mãos”, finaliza Fabio Araújo.

SOBRE INVESTIMENTO

O setor imobiliário no Brasil, historicamente, foi impulsionado pelo sonho da casa própria. Os brasileiros, prioritariamente, compravam imóveis para morar, porém o mercado vem se transformando com cada vez mais investidores entre os que adquirem imóveis.

Especialmente nos últimos anos com a queda expressiva da taxa Selic, que hoje está em 2,75%, muitos investidores migraram do mercado financeiro para o investimento real em imóveis. “O mercado imobiliário é o mais sólido, ele tem piso o que significa que ele não vira zero nunca. Diferente de alguns papeis e ações de Bolsa. O fundamental agora é que estamos em uma redução recorde de taxa de juros, hoje o ganho é negativo. A inflação esperada este ano é de 4,5% bem maior que a Selic, o dinheiro pelo dinheiro vai perder valor. O imóvel nunca perde o valor, o máximo é desacelerar a valorização”, afirma Fábio.

Pensando em diversificar os investimentos, quem vem olhando para este tipo de negócio é agropecuarista.  “Sabemos que o homem do campo tem grande ímpeto de reinvestir na sua propriedade, fazer o dinheiro girar na produção. Porém, a alta do dólar e o crescimento das exportações vem permitindo essa expansão nos investimentos e os imóveis têm sido o produto preferido”, diz Phaena Spengler, executiva da SBS Empreendimentos.

Segundo Phaena, o setor imobiliário oferece ao produtor rural a tangibilidade que ele necessita para confiar no negócio. Por ser tão sólido como comprar terra, algo que é o perfil deste mercado agropecuário, acaba ganhando sua atenção. Além do mais, a facilidade de gestão dos imóveis podendo ficar no uso ou gerando renda é outro atrativo. “Com o aluguel de temporada, é possível ter o melhor das duas características: tanto usar o imóvel como gerar receita com ele. Muitos produtores rurais decidiram parar de pagar hotel e ter o próprio imóvel com este perfil”, afirma Phaena.

Foto Divulgação
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 SOBRE A EMPRESA 

 A SBS Empreendimentos nasceu em Campo Grande (MS), em 1996, comandada pelo engenheiro civil, Celso Spengler. Tem grande atuação também na região Norte do Brasil, com um portfólio de mais de 100 mil metros quadrados em área construída, forte investimento em tecnologia construtiva, sustentabilidade e qualidade com certificação nível A do PBQPH.

Iniciou as obras do empreendimento Vista em 2021, localizado na rua 15 de Novembro com a Franklin Roosevelt e tem a previsão de conclusão para 2023.O empreendimento além de trazer desenvolvimento para a Capital irá gerar durante seu período de construção 200 empregos diretos e indiretos.

 MAIS INFORMAÇÕES À IMPRENSA

Luciane Mamoré – (67) 99207-4497 | mamore@contextomidia.com.br

Thales Juan – (67) 98412-6490 | contextomidia@gmail.com

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