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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

26/10/2011 19:32

TJ/MS diz que fez economia “brutal” de 20% e cobra maior repasse

Fabiano Arruda

Poderes fizeram prestação de contas nesta quarta em audiência na Assembleia Legislativa

Em audiência na Assembleia Legislativa, Santini conversa com a deputada Mara Caseiro. Segundo ele, economia no órgão inviabiliza melhorias em comarcas no Estado. (Foto: Divulgação/Roberto Higa)Em audiência na Assembleia Legislativa, Santini conversa com a deputada Mara Caseiro. Segundo ele, economia no órgão inviabiliza melhorias em comarcas no Estado. (Foto: Divulgação/Roberto Higa)

O presidente do TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), desembargador Luiz Carlos Santini, afirmou nesta quarta-feira, durante audiência pública para prestação de conta dos Poderes, na Assembleia Legislativa, que o órgão fez economia na ordem de 20% no comparativo do segundo quadrimestre deste ano com 2010.

Santini revelou que o Tribunal reduziu os custos com pessoal de 5,73% em 2010 para 4,63% neste ano.

Segundo ele, operar com os índices de economia inviabiliza melhorias em comarcas deficitárias no Estado como São Gabriel do Oeste, Coxim, Três Lagoas, Amambai e Eldorado.

O presidente do TJ/MS também revelou aos deputados que o orçamento ideal do órgão para 2012 seria de R$ 448 milhões, mas será de R$ 387 milhões.

“O Tribunal de Justiça é o que menos recebe repasse do governo, proporcionalmente, em relação aos outros Poderes”, afirmou.

O Tribunal de Justiça do Estado tem 200 juízes, 64 comarcas, 3,5 mil funcionários e 550 estagiários, destacou Santini.

Outros Poderes - Além do TJ/MS, também prestaram contas nesta quarta-feira MPE (Ministério Público Estadual), TCE (Tribunal de Contas do Estado) e Assembleia Legislativa, bem como o governo do Estado.

Segundo o primeiro secretário da Assembleia, deputado Paulo Corrêa (PR), os gastos com a despesa pessoal da Casa permaneceu dentro dos limites estabelecidos pela legislação. “O índice ficou até mesmo abaixo do que é imposto pela Lei e isso tem sido um dos princípios das ações da mesa diretora da Assembleia”, afirmou.

Conforme o diretor de Administração e Finanças do TCE/MS (Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, Alexandre Augusto Brandes, a Corte apresentou, no segundo quadrimestre deste ano, despesa com pessoal equivalente a 1,09 % da receita corrente liquida, ficando abaixo do limite prudencial que é de 1,25 %, e abaixo do teto que é de 1,32 %.

Brandes também listou investimentos para implantação de um novo sistema de tramitação de processos, que demandou recursos na ordem de R$ 4 milhões. O sistema vai permitir que documentos protocolados no Tribunal sejam digitalizados e que a tramitação seja totalmente eletrônica.

Já o procurador-geral do MPE (Ministério Público Estadual), Humberto Brites, disse que a receita corrente líquida do órgão no período foi de R$ 5,7 milhões. Os gastos com pessoal somaram R$ 86 milhões, abaixo do limite prudencial. O MPE tem 189 membros, entre procuradores e promotores, além de 80 inativos.

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Não acho que os juízes tenham salários milionários. Se somar-se o gasto apenas com os subsídios de juízes e desembargadores verifica-se que o valor é baixo ante os milhares de processos q precisam julgar. Quem ganha MUITO para trabalhar MEIO PERÍODO por dia são os servidores do judiciário. E os do TRT e TRE ainda vêm falar em fazer greve para melhorar os salários gordos que já têm. VERGONHA!!
 
Marcelo Rezende Vilharva em 27/10/2011 12:34:46
Economizar o dinheiro do contribuinte não é mais que a obrigação de todo poder publico. A gastança é tanta que sempre falta dinheiro!!! Que tal diminuir um pouco o salario milionário que todos os poderosos de MS???? A economia seria muito maior!!
 
Emerson Leão em 27/10/2011 11:30:38
Vc esta generalizando. No judiciario nao tem so juizes e desembargadores. Existem os servidores, que levam o judiciario pra frente. E se vc acha que nao trabalham e porque vc nao conhece. Antes de falar alguma coisa, se informe primeiro.
 
Silvana Martins em 27/10/2011 10:59:43
Ora Sr. Dr. Exmo. Desembargador, que pedido incoerente, se houve economia, sinal que não necessidade de aumento nos repasses. O cidadão fica feliz quando vê que as leis funcionam, após colocada em prática a exigência de transparência nos Poderes, pela primeira vez sobra caixa, será que deixaram de gastar com aquilo que não devia e não se podia mostrar? Vamos aguardar as contas dos demais poderes..
 
Carlos Eduardo Galdez em 27/10/2011 10:22:13
Eles sempre querem mais. É brincadeira isso, ganham uma fortuna, trabalham muito pouco e querem mais e mais dinheiro. Pelo amor de Deus até quando vamos viver em um país assim? Juízes e desembargadores pensando apenas em dinheiro, anulando operações policiais que prendem os grandes? O fim do Estado se vê quando o Judiciário é corrompido. Chegamos ao fim do nosso Estado. Lamentável.
 
Carlos Magno Ferreira em 27/10/2011 10:03:05
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