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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

04/09/2012 14:31

Em manhã animada, alunos do Centro de Referência jogam frescobol no Elias Gadia

Luciana Brazil e Mariana Lopes
(Fotos: Mariana Lopes)(Fotos: Mariana Lopes)

As quadras de areia da Praça Esportiva Elias Gadia receberam, na manhã desta terça-feira (4), uma garotada bem animada. Acostumados a praticar frescobol em um gramado, hoje os alunos do Cras (Centro de Referência de Assistência Social) do Guanandi tiveram uma experiência diferente e mais próxima do ambiente adequado ao esporte praieiro.

A prática de esportes faz parte do projeto Segundo Tempo do Governo Federal em parceria com a prefeitura, que incentiva e proporciona aos jovens as modalidades esportivas. Em andamento desde maio de 2012, hoje, pela primeira vez, os alunos deixaram o centro de referência para praticar o frescobol ao ar livre.

A modalidade é apenas uma das muitas oferecidas pelo projeto. Cada aluno pratica dois esportes individuais e dois coletivos. A iniciativa do Cras em desenvolver o frescobol surgiu junto da disseminação da modalidade em praças e escolas da Capital.

Hoje, cerca de 50 alunos, de 6 a 14 anos, jogaram frescobol com a presença de dois profissionais do esporte, em turmas divididas em dois períodos, de manhã e à tarde.

Segundo a coordenadora do núcleo do projeto Segundo Tempo, Larissa Trelha, a intenção não é o treinamento, mas educar os jovens por meio do esporte. "É a primeira vez que tiramos as crianças do Cras e levamos para a praça", explicou Larissa.

A presença dos jogadores profissionais, Mario Zeni e Rúbio Moraes serviu como incentivo para os alunos.

Para o atleta Mário, a nossa cultura é de que ganha ou perde, e não de quem está participando. "No frescobol não é assim, é um olhar mais técnico porque não dá para saber quem está ganhando ou perdendo".

O jogador ainda completou dizendo: "Na parte lúdica o esporte mostra que um ajuda o outro. Não tem esporte mais indicado. A dificuldade é fazer a criança mandar a bola na mão do colega, porque eles sempre querem mandar mais forte do que o outro".

O aluno Renan Rodrigues Lima, 12 anos, aprovou a presença dos jogadores. "Gostei muito dos profissionais porque é bom jogar com quem sabe mais para a gente aprender mais", disse de forma madura.

Praticante de várias modalidades, tênis de mesa, capoeira, frescobol, futebol e vôlei, Vinícius de Souza Moraes, também de 12 anos, não vive sem esporte. "Vi no jornal que o esporte ajuda no desenvolvimento da saúde e no crescimento".

As aulas de frescobol são hoje . Três fucnionários do Cras e dois do Proejto Segundo Tempo.



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