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Campo Grande, Terça-feira, 24 de Outubro de 2017


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29/11/2012 06:00

A voz do povo...

Jogo Aberto

Tomara
Durante agenda pública no bairro Aero Rancho, ontem (28), o governador André Puccinelli definiu como “satisfação” falar com “a população”. “De vez em quando o povo muda. Tomara que tenha mudado certo”, analisou.

Preferida
Ao citar que Campo Grande recebeu mais geladeiras e fiação que os outros municípios, no programa de distribuição de geladeiras, Puccinelli brincou: “É porque Campo Grande continua como xodó”.

Língua preta
O governador ainda disparou contra os adversários políticos. “Teve muita língua preta nessa campanha, ardeu meu lombo”, disse. “Que Deus nos ajude. Que o novo prefeito cumpra bem o trabalho dele”.

Longe
André também voltou a afirmar que a eleição de 2014 está muito longe para fazer análises, mas disse que uma aliança entre PMDB e PT não é impossível porque “nada é impossível”. “Una-se aos bons que um dia será um deles”, ironizou.

Paz
Além disso, o governador garantiu que não quer “mais embate com ninguém” e que sua preferência é “cuidar dos netos”, numa referência a “pendurar as chuteiras” após o encerramento do segundo mandato como governador. No entanto, admitiu que tudo pode acontecer: ele sair candidato ao Senado, bem como Simone Tebet e Nelsinho Trad formarem uma chapa pura na disputa ao Governo do Estado.

Sanciona Dilma
Governadores de 23 estados, incluindo André Puccinelli, publicaram manifesto, em jornais, intitulado “Sanciona Dilma” numa referência ao coro para que a presidente Dilma Rousseff sancione o projeto aprovado pela Câmara Federal, que dá novos critérios de distribuição dos royalties do pré-sal a estados e municípios.

Rio
No Rio de Janeiro, o protesto é “Veta Dilma”. Autoridades do Estado acreditam que o projeto é prejudicial à federação. O governador, por diversas vezes, afirmou que os cariocas “acreditam que só existem brasileiros por lá”.

Revolta
“Quem vai se negar receber uma emenda de um deputado federal”, criticou o vereador Athayde Nery, que saiu em defesa do prefeito eleito Alcides Bernal, que foi acusado de ter recusado emendas de autoria do deputado federal Edson Giroto.

Revolta 2
“Eles têm que entender que a campanha já acabou e agora têm que se unir para trabalhar juntos e administrar Campo Grande”, opinou, por sua vez, a vereadora Thaís Helena, sinalizando que o episódio teve caráter exclusivamente político, por conta da disputa entre os dois no segundo turno da eleição para prefeito de Campo Grande.

Mais críticas
A petista também criticou emenda apresentada nesta semana que diminui de 30% para 5% o critério de suplementação de créditos pela Prefeitura, sem autorização da Câmara Municipal, o que faria com que Bernal com que qualquer operação financeira superior a 5% precisasse passar pelo crivo dos vereadores. “A câmara tem que dar tranquilidade e não tirar a suplementação de 30%. “Todos tiveram essa porcentagem porque estão querendo tirar agora”.

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