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15/05/2014 06:00

Negócios acima de tudo

Edivaldo Bitencourt

Pressão - Conversa ao pé do ouvido, com o governador André Puccinelli, deve fazer Sérgio Longen, presidente da Fiems, recusar convite do PT para ser candidato ao Senado. Falou mais algo os negócios que o empresário tem com o governo do Estado.

Boicote – O secretário municipal de Obras, Semy Ferraz, admitiu, ontem, que tinha ordens expressas do então prefeito, Alcides Bernal (PP), para não receber os vereadores de oposição. A ordem clara e expressa era boicotar 20 dos 29 parlamentares.

Desobediência civil – Ferraz não acatou a ordem do ex-chefe e confessou que recebeu vereadores de todas as posições e ideologias. “Cumpri o meu dever como servidor público”, destacou o petista.

Telecentros – O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Edil Albuquerque, anunciou a retomada dos telecentros na Capital. A cidade vai ganhar 13 unidades para oferecer computador e internet para a população.

Má vontade – Edil também aproveitou para criticar o antecessor de Gilmar Olarte. Ele disse que faltou vontade política em instalar os telecentros na Capital. “Bastava um telefonema para Brasília”, garantiu o peemedebista.

Mau exemplo – A Câmara Municipal da Capital realizou audiência pública para ouvir os moradores sobre os problemas da região do Imbirussu. No entanto, a maioria absoluta dos parlamentares não compareceu para ouvir a população. Dos 29 vereadores, quase duas dezenas ignoraram o evento.

Bom exemplo – A Prefeitura da Capital, por outro lado, deu bom exemplo no caso. Foram secretários ou representantes de todas as pastas para ouvir as queixas dos líderes comunitários e moradores. Todas as dúvidas foram esclarecidas.

Sucessão – O aval do presidenciável Eduardo Campos (PSB) não garante a aliança entre o PMDB e o PSB em Mato Grosso do Sul. O presidente regional, Murilo Zauith, afirma que nada ainda está definido. O partido vai se reunir para decidir se aceita indicar o candidato a vice-governador na chapa de Nelsinho Trad.

Estratégia – A presidente da República Dilma Rousseff (PT), que tenta recuperar a popularidade, decidiu vir a Mato Grosso do Sul no dia seguinte à declaração de Nelsinho Trad, de que prefere o candidato da oposição, Eduardo Campos.

Simbólico – Dilma vem à Capital para inaugurar 808 casas do Programa Minha Casa Minha Vida, no dia 9 de junho. O conjunto residencial faz uma homenagem ao deputado federal Nelson Trad, pai de Nelsinho Trad, que articula a ida do PMDB em MS para o barco da oposição.

(colaboraram Kleber Clajus, Aline dos Santos e Zana Zaidan)

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