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09/11/2019 07:11

PT "sextou", mas PSL promete movimentar o sábado

Ângela Kempfer e Tainá Jara
Internet só falou de libertação do ex-presidente Lula, o que rendeu muitos memes. Internet só falou de libertação do ex-presidente Lula, o que rendeu muitos memes.

Partido apartidário - Antes mesmo do juiz mandar soltar o ex-presidente Lula, a assessoria do deputado estadual Renan Contar (PSL) já disparava via Whatsapp convocação para o ato “Todos juntos contra decisão do STF”. Chama atenção a “assinatura” do material de divulgação, que seria organizada por “movimento apartidário”.

Chuva - A mobilização foi marcada para este sábado, às 17h. Mas se a previsão do tempo estiver certa, vai exigir muita determinação de quem anda contrariado com o veto à prisão após condenação em 2ª instância. O anúncio é de temporal em Campo Grande, o que fez a prefeitura até cancelar a edição do projeto Arte no Meu Bairro.

Envergonhada - A senadora Soraya Thronicke (PSL) foi outra a manifestar indignação na sexta-feira. “O STF é a vergonha nacional. Estão acabando com a justiça desse país. Agora 85 mil bandidos podem ser soltos e os brasileiros de bem vão ficar a mercê da criminalidade. Revoltante!”, publicou.

"Sextou" - Mas nada atrapalhou a alegria do pessoal da esquerda. Além de festa ontem (8), uma caravana com militantes embarca neste sábado para São Bernardo do Campo, no ABC paulista, onde Lula volta a morar. Ônibus sai de Campo Grande às 9h, da sede da CUT (Central Única dos Trabalho).

Voo de galinha - Em Brasília, o deputado federal Fábio Trad (PSD) resolveu se manifestar contra o “voo de galinha” que continua a marcar a economia brasileira, “enquanto conflitos políticos se multiplicam entre bolsonaristas e lulistas”, atacou.

Briga insana - Na tribuna da Câmara, pediu atenção a problemas que realmente importam e nas redes sociais continuou o discurso. “Enquanto se engalfinham em uma briga insana, as forças políticas se esquecem de um 'detalhe'... uma reforma tributária que considere a distribuição e desconcentração de renda”, reclamou.

Mudando de estação - Quem também não quis tomar partido publicamente foi a senadora Simone Tebet (MDB). Ela preferiu lembrar que o Senado aprovou na mesma semana a PEC que transforma o feminicídio em crime imprescritível e inafiançável. A sul-mato-grossense conseguiu inserir no texto a possibilidade de julgar a qualquer tempo o crime de estupro.

Lembrança - Fazendeira protagonista de bate-boca com o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, recebeu um agrado 4 anos depois. A discussão ocorreu em reunião realizada em Mato Grosso do Sul, em setembro de 2015, durante conflito com índios em Antônio João. Ontem, ela se emocionou ao receber palavras de solidariedade do secretário de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Nabhan Garcia, durante audiência pública sobre questões fundiárias no Estado. Ele lembrou o episódio e disse: “Esse governo lhe respeita”.

Para todos - O evento ocorreu na Assembleia Legislativa. Enquanto a gestão petista era criticada, a imprensa transmitia ao vivo a libertação de Lula, em Curitiba, após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre prisão em 2° instância. “A lei é para todos”, lembrou o presidente da casa, deputado Paulo Corrêa (PSDB).

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