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Campo Grande, Quarta-feira, 24 de Julho de 2019

08/07/2019 08:28

São João teve novidades este ano, com mais 3 bandas estreando no ritmo do forró

Alana Portela
O grupo Forró Fiô surgiu por conta da amizade de dez anos dos integrantes (Foto: Divulgação)O grupo "Forró Fiô" surgiu por conta da amizade de dez anos dos integrantes (Foto: Divulgação)

A cultura forrozeira sempre teve espaço em Campo Grande, mas este ano três novas bandas amplificaram o ritmo por aqui. É para levantar da cadeira e fazer aquele arrasta pé animado ao som das bandas “Flor de Pequi”, “Forró Fiô” e das meninas do “Mandacaru”. Todos surgiram há menos de um ano e o forrozinho foi tomando conta dos points da galera.

Em nome das mulheres, as meninas do “Mandacaru” cantam juntas há cinco meses. Amigas, elas se reuniram para aprender a tocar os instrumentos. As vocalistas Sophia Fontana e Raquel Delvale, se unem a zabumbeira Thays Daes e Mel Marques no triângulo para se apresentaram nas festas com releituras de Luís Gonzaga, Dominguinhos e Elba Ramalho.

“Somos iniciantes, gostamos de forró e queremos incentivar as mulheres nesse espaço. Mato Grosso do Sul é fermentado pelo sertanejo, mas temos percebidos essas insurgências de forró também. Temos um público que é da galera que faz aula de dança de salão e vai onde a gente está”, disse Sophia.

As meninas já estão preparando músicas autorais para o repertório. “A nossa característica é um coro diferenciado”, comentou a vocalista do grupo. Nas apresentações que vêm fazendo, elas contam com a participação do sanfoneiro Luiz Espinoza.

As meninas do Mandacura tocando e cantando em Campo Grande (Foto: Divulgação)As meninas do "Mandacura" tocando e cantando em Campo Grande (Foto: Divulgação)

O “Forró Fiô” é composto por quatro integrantes que são amigos há dez anos, mas surgiu há menos de cinco meses. “Nesse tempo de amizade a música sempre esteve nos encontros. O forró é uma paixão em comum de todos, pois além de tocar e cantar, também adoramos dançar”, diz o sanfoneiro do grupo, Rhuan Enciso.

Além dele, também compõe a equipe; Fabiana Vasconcellos na flauta e zabumba; Pepa Quadrini no cavaquinho e zabumba; Marina Pacheco no triângulo

“O forró está em um momento de ascensão, onde as pessoas estão cada vez mais se reunindo pra dançar, compartilhando momentos e se dedicando na cultura forrozeira”, afirmou Rhuan.

Apesar do pouco tempo de estrada, o grupo está preparando um repertório de músicas autorais. “O próximo passo é entrar em estúdio pra gravarmos. São composições em conjunto com inspirações dos momentos da dança que o forró tem, mesclando nossa experiência e história”, destacou o zabumbeiro.

O grupo Flor de pequi tem cinco integrantes que se apresem tocando violino, violão, triângulo e sanfona  (Foto: Divulgação)O grupo "Flor de pequi" tem cinco integrantes que se apresem tocando violino, violão, triângulo e sanfona (Foto: Divulgação)

Já o grupo “Flor de pequi” surgiu há três meses com a proposta de reunir os amigos que tocavam em outros bandas. “Por conta da vontade de alguns amigos em comum, que tocavam em outros projetos, inclusive de forró. Mas faltava um sanfoneiro ainda, aí pudemos conhecer e convidar o Marcelus Anderson para fechar a formação do grupo”, contou o zabumbeiro e vocalista, Lucas Rosa.

“O cenário do forró em Campo Grande é promissor. Existem aqui várias escolas de dança de salão, que são a base do público que geralmente frequenta nossos shows. As escolas têm uma grande contribuição para que pudéssemos ter mais de um grupo”, afirmou Lucas.

A banda é composta por Júlia Mendes no vocal e violino; Ivan Cruz no violão, Cláudio Alves no triângulo; Marcelus Anderson na sanfona, além de Lucas Rosa.

“Estamos aprimorando a arte em grupo, para fazer um trabalho autoral futuramente. Já temos alguns esboços de canções autorais que vamos amadurecer”, adiantou Cláudio.

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