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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

04/01/2015 16:20

Candidatos esperam intensificar articulação a partir do dia 15

Leonardo Rocha
Antes do recesso, Zé Teixeira disse que já tinha oito aliados, espera buscar consenso de aliados (Foto: Giuliano Lopes - ALMS)Antes do recesso, Zé Teixeira disse que já tinha oito aliados, espera buscar consenso de aliados (Foto: Giuliano Lopes - ALMS)
Junior Mochi, candidato do PMDB, busca o apoio de Reinaldo e a formação de uma chapa única (Foto: Giuliano Lopes/ALMS)Junior Mochi, candidato do PMDB, busca o apoio de Reinaldo e a formação de uma chapa única (Foto: Giuliano Lopes/ALMS)

Os candidatos a presidência da Assembleia Legislativa em 2015, esperam intensificar as articulações políticas a partir do dia 15 de janeiro, com a tentativa de ampliar o número de aliados e faturar a disputa no início de fevereiro. Entre os cotados estão Junior Mochi (PMDB), Zé Teixeira (DEM), Onevan de Matos (PSDB) e Paulo Corrêa (PR).

O candidato do PMDB, Junior Mochi, espera conseguir a adesão do grupo do PSDB e até do PT, buscando uma chapa de consenso na Casa de Leis, com o apoio do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Neste momento o peemedebista conta com nove aliados, ele precisa manter seu grupo e depois ampliar com os 4 representantes do PT ou ter o apoio dos aliados do novo governador.

Já os deputados eleitos pela coligação de Azambuja possuem dois nomes em disputa, sendo Zé Teixeira (DEM) e Onevan de Matos (PSDB). Para que a presidência da Casa fique neste grupo, eles esperam chegar a um consenso até o dia 10 e depois seguir juntos, para obter (adesão) de mais colegas. "Nós teremos uma definição e depois iremos seguir juntos", disse Onevan.

O deputado Rinaldo Modesto (PSDB) ponderou que esta eleição vai ganhar um cenário mais estável entre os dias 15 e 20 de janeiro e que neste momento, o importante é existir muita conversa. "Nós do PSDB podemos muito bem pleitear a presidência da Casa, mas o que dizemos com certeza é que teremos papel importante na formação da mesa diretora".

Correndo por fora, aparece o deputado Paulo Corrêa (PR), que seria o favorito para disputa caso o senador Delcídio do Amaral (PT) fosse eleito governador. Neste novo cenário, o deputado precisa confirmar o apoio do PT e depois conseguir a adesão ou do grupo do PMDB ou dos próprios aliados de Azambuja, para conseguir ser presidente. "Ainda está cedo para definições, existem muitos cenários, certamente será decidida nos últimos dias", disse ele.

Correndo por fora, Paulo Corrêa diz que ainda é cedo para definições da mesa diretora (Foto: Giuliano Lopes/ALMS)Correndo por fora, Paulo Corrêa diz que ainda é cedo para definições da mesa diretora (Foto: Giuliano Lopes/ALMS)
Onevan de Matos espera que sua bancada tenha uma definição até o dia 10 (Foto: Divulgação/ALMS)Onevan de Matos espera que sua bancada tenha uma definição até o dia 10 (Foto: Divulgação/ALMS)


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