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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

30/09/2016 12:55

Mesmo sem concurso, irmã de Trad se aposenta com salário de R$ 13 mil

Waldemar Gonçalves
Fátima Trad, beneficiada com cargo público mesmo sem ter feito concurso (Foto: Reprodução / internet)Fátima Trad, beneficiada com cargo público mesmo sem ter feito concurso (Foto: Reprodução / internet)

Sobrenome influente e ligação próxima com o poder trazem possibilidades para poucos em Mato Grosso do Sul. Este é o caso de Fátima Trad Martins, advogada que conseguiu aposentadoria de R$ 13,6 mil no Poder Público sem nunca ter prestado concurso e, ainda, emplaca gente 'da família' em posições confortáveis.

Fátima é filha de Nelson Trad, político de extenso currículo falecido em 2011. Advogada, ganhou do pai um cargo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul em 1983, foi efetivada três anos depois e por lá se manteve até 2015, quando se aposentou com proventos integrais.

Ela saiu, mas o marido de Fátima, Leandro Mazina Martins, ainda figura no quadro de funcionários da casa. Também sem concurso, está lotado como médico na Assembleia Legislativa.

Fora isso, no gabinete do filho dela, o vereador Otávio Trad (PTB), ocupa cargo comissionado Murilo Barbosa Alves Vieira, genro do irmão dela, o deputado estadual e candidato a prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD). Ela é, aliás, uma das únicas da família que não se aventuraram a disputar um cargo eletivo.

Fátima foi efetivada como funcionária da Assembleia Legislativa, mesmo sem concurso, em 1º de junho de 1986. Sua aposentadoria ocorreu em 2015, por meio do PAI (Programa de Aposentadoria Incentivada). 

A aposentadoria mensal, que chega a R$ 13.697,18, resulta de benefícios que adquiriu ao longo do tempo como 'servidora'. Inclui, além do salário base, encargos de cargo efetivo, adicional por tempo de serviço e proventos. 

Durante os anos em que esteve lotada, a advogada prestou serviço nos gabinetes dos então deputados Waldir Neves, Londres Machado e Armando Anache, conforme sua ficha funcional.

Concurso O primeiro concurso público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul ocorreu 37 anos depois da criação da casa de leis. A prova foi aplicada domingo passado (25). Até então, as contratações, a exemplo da nomeação de Fátima Trad, eram feitas por indicação, com muitos sendo efetivados nas funções ao longo dos anos.



E assim os pobres mortais deste estado vão sustentando este povo, parasitas da nação.
 
marco em 01/10/2016 07:24:29
Não, nao foi como é propagado nas mídias pró-marquinhos trad, uma vez que ele foi nomeado no dia1.06.86 e a colação de grau numa universidade FEDERAL se deu em 12/86. Detalhe, conheço pessoas aposentadas e da ativa na alms que NUNCA viram o marquinhos trad como servidor da alms.
3. Para que sempre alardeou ser ético, transparente e honradez, a simples nomeação do filho numa casa legislativa era por si só nos ruborizar, ainda mais que a irmã FÁTIMA TRAD e o CUNHADO LEANDRO MAZINA tb são efetivos na alms.

A cautela quem deveria ter era a família TRAD ao nomear os filhos assim!!

A título de ilustração permita-me trazer a luz o art. 19 dos Atos das Disposições COnstitucionais TRansitórias:

"Art. 19. Os servidores públicos civis da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, da administração direta, autárquica e das fundações públicas, em exercício na data da promulgação da Constituição, há pelo menos cinco anos continuados, e que não tenham sido admitidos na forma regulada no art. 37, da Constituição, são considerados estáveis no serviço público.

Façamos a conta, retroagindo no tempo: A efetivação de marquinhos TRAD é nula ou inexistente ou precária, visto que ele nao dispunha de tempo (5 anos) para se tornar efetivo. Resta saber o ano de nomeção da FÁTIMA e do LEANDRO MAZINA. Quem sabe os tres estão na mesma condição.
 
Pedro C. Silva em 30/09/2016 19:54:01
Não, nao foi como é propagado nas mídias pró-marquinhos trad, uma vez que ele foi nomeado no dia1.06.86 e a colação de grau numa universidade FEDERAL se deu em 12/86. Detalhe, conheço pessoas aposentadas e da ativa na alms que NUNCA viram o marquinhos trad como servidor da alms.
3. Para que sempre alardeou ser ético, transparente e honradez, a simples nomeação do filho numa casa legislativa era por si só nos ruborizar, ainda mais que a irmã FÁTIMA TRAD e o CUNHADO LEANDRO MAZINA tb são efetivos na alms.

A cautela quem deveria ter era a família TRAD ao nomear os filhos assim!!

A título de ilustração permita-me trazer a luz o art. 19 dos Atos das Disposições COnstitucionais TRansitórias:

"Art. 19. Os servidores públicos civis da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, da administração direta, autárquica e das fundações públicas, em exercício na data da promulgação da Constituição, há pelo menos cinco anos continuados, e que não tenham sido admitidos na forma regulada no art. 37, da Constituição, são considerados estáveis no serviço público.

Façamos a conta, retroagindo no tempo: A efetivação de marquinhos TRAD é nula ou inexistente ou precária, visto que ele nao dispunha de tempo (5 anos) para se tornar efetivo. Resta saber o ano de nomeção da FÁTIMA e do LEANDRO MAZINA. Quem sabe os tres estão na mesma condição.
 
Pedro C. Silva em 30/09/2016 19:52:38
Não, nao foi como é propagado nas mídias pró-marquinhos trad, uma vez que ele foi nomeado no dia1.06.86 e a colação de grau numa universidade FEDERAL se deu em 12/86. Detalhe, conheço pessoas aposentadas e da ativa na alms que NUNCA viram o marquinhos trad como servidor da alms.
Para quem sempre alardeou ser ético, transparente e honradez, a simples nomeação do filho numa casa legislativa era por si só nos ruborizar, ainda mais que a irmã FÁTIMA TRAD e o CUNHADO LEANDRO MAZINA tb são efetivos na alms.

A cautela quem deveria ter era a família TRAD ao nomear os filhos assim!!

A título de ilustração permita-me trazer a luz o art. 19 dos Atos das Disposições COnstitucionais TRansitórias:
 
Pedro C. Silva em 30/09/2016 19:34:32
“Venho por meio desta nota explicar que: A Assembleia legislativa de Mato Grosso do Sul tem origem na instalação da assembleia estadual constituinte, para elaborar a primeira constituição do recém-criado Estado de Mato Grosso do Sul pelo então presidente da república. Eis que a título de explicação: Nunca, desde sua gênese houve sequer um concurso para servidores da assembleia, até a semana passada. Todos os servidores eram indicados. Portanto, toda e qualquer imputação negativa sobre estes servidores é equivocada. Os servidores que trabalharam e trabalham diariamente e por isso possuem direito a seus direitos constitucionais e trabalhistas. São inúmeros os casos de servidores indicados que trabalharam toda a vida com afinco e deferência”

Luciana Abou Ghattas, advogada
 
Luciana Abou Ghattas em 30/09/2016 19:00:33
Cadê o meu comentário???Não ofendi ninguém.
 
Ezequiel em 30/09/2016 16:16:03
Estamos no mato sem cachorro.
Não tem opção.
 
Abestado em 30/09/2016 15:00:06
E domingo o povo vai eleger outro membro da família.
Por falta de opção, pois só tem tranqueira.
 
Abestado em 30/09/2016 14:59:04
Programa PAI
Pai mesmo é o estado de Mato Grosso do Sul que sustenta essa cachorrada ao longo dos anos sob nossas custas.
É passada a hora de excluir todo esse povo que vive "mamando" no dinheiro do povo, dinheiro esse dos nossos impostos.

Dia 02 de Outubro está ai gente...Abrem os olhos, quer mais 04 anos de safadeza?!
 
Lucatop em 30/09/2016 14:18:56
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