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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

06/08/2015 10:11

Reprovação a Dilma sobe, atinge 71% e supera recorde de Collor em 92

Edivaldo Bitencourt
Dilma Rousseff participou do evento sobre as Olímpiadas no Rio (Foto: Thomaz Silva/Agência Brasil)Dilma Rousseff participou do evento sobre as Olímpiadas no Rio (Foto: Thomaz Silva/Agência Brasil)

A popularidade da presidenta Dilma Rousseff voltou a cair, como mostra pesquisa Datafolha divulgada hoje (6). Segundo o levantamento, feito nos dias 4 e 5 de agosto, 71% dos entrevistados consideram o governo ruim ou péssimo, enquanto 8% avaliam a administração da petista como ótima ou boa. No último levantamento, divulgado em junho, 65% dos entrevistados consideraram o governo Dilma ruim ou péssimo e 10% o avaliaram como ótimo ou bom.

O índice de reprovação é o pior na história do instituto e superou os dados do ex-presidente Fernando Collor na véspera do impeachment em 1992, quando chegou a 9%. 

De acordo com a pesquisa, que ouviu 3.358 pessoas em 201 municípios nas cinco regiões do país, o grupo daqueles que consideravam o governo regular passou de 24%, em junho, para 20% este mês. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais.

A pesquisa mostra ainda que a rejeição ao governo Dilma é homogênea em todas as regiões do país. Os piores índices foram registrados na Região Centro-Oeste, onde 77% dos entrevistados consideram-no ruim ou péssimo, seguido da Região Sudeste, onde 73% avaliaram a gestão petista como ruim ou péssima. Esse percentual no Nordeste chega a 66%.

O Datafolha também perguntou aos entrevistados qual é o melhor sistema de governo para o país. Para 53%, o presidencialismo é a melhor opção, 28% consideraram o parlamentarismo e 19% não souberam responder.

Sobre o impeachment de Dilma, 66% aprovam. Em abril deste ano, o índice era de 63%. No entanto, a maioria ainda acha que Dilma não será afastada do cargo. Para 53%, a petista não será afastada. Em abril, esse índice era de 64%. Por outro lado, aumentou o número dos que acham que ela sofrerá impeachment, passou de 29% para 38%. 



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