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Saúde e Bem-Estar

Capital torna obrigatória notificação de doenças graves em até 24 horas

Município amplia monitoramento de emergências de saúde com registro compulsório de casos

Por Gustavo Bonotto | 28/11/2025 22:30
Capital torna obrigatória notificação de doenças graves em até 24 horas
População à espera de atendimento em posto de saúde de Campo Grande. (Foto: Arquivo/Marcos Maluf)

Prefeitura de Campo Grande, por meio da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), tornou obrigatória, nesta sexta-feira (28), a notificação de doenças e agravos graves ao CIEVS (Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde) em até 24 horas por todas as unidades públicas e privadas. Com isso, o Município quer reforçar a vigilância e acelerar a resposta a emergências de saúde.

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A Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande tornou obrigatória a notificação de doenças e agravos graves ao CIEVS em até 24 horas por todas as unidades de saúde públicas e privadas. A medida visa reforçar a vigilância e acelerar a resposta a emergências, utilizando diversos canais de comunicação.A resolução determina o preenchimento completo das fichas do Sistema de Informação de Agravos de Notificação e estabelece critérios para identificação de doenças, agravos e emergências. O documento também detalha situações especiais que requerem atenção, como intoxicações químicas e agressões.

A medida foi publicada em edição extra do Diogrande (Diário Oficial do Município) por meio de resolução que determina o uso de telefone, WhatsApp, e-mail e formulário online para registrar os casos. A norma alcança hospitais, clínicas, UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e qualquer serviço que faça o primeiro atendimento ao paciente.

A resolução explica que a notificação imediata é essencial para identificar surtos, mudanças no comportamento de doenças e situações que possam apresentar risco coletivo. O texto lembra que o CIEVS funciona todos os dias e mantém equipe de plantão permanente. O Município afirma que a comunicação rápida permite verificar cada caso, orientar condutas e adotar medidas de contenção, quando necessário.

A regra exige o preenchimento completo das fichas do Sistema de Informação de Agravos de Notificação, além do envio das informações por meio do formulário específico disponibilizado pela secretaria. A norma define o que a gestão considera doença, agravo, evento de saúde pública e emergência, para orientar profissionais e evitar dúvidas. O documento reforça que médicos, enfermeiros e responsáveis pelos serviços possuem obrigação legal de comunicar casos suspeitos ou confirmados.

A resolução também detalha situações que exigem atenção especial, como intoxicações químicas, agressões, lesões autoprovocadas e mortes ou adoecimentos de animais que possam indicar risco à população. O Município afirma que esses registros ajudam a identificar ameaças antes que elas avancem. A secretaria conclui que o objetivo é melhorar a prevenção, fortalecer a vigilância e garantir respostas mais rápidas em toda a rede.

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