Capital torna obrigatória notificação de doenças graves em até 24 horas
Município amplia monitoramento de emergências de saúde com registro compulsório de casos
Prefeitura de Campo Grande, por meio da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), tornou obrigatória, nesta sexta-feira (28), a notificação de doenças e agravos graves ao CIEVS (Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde) em até 24 horas por todas as unidades públicas e privadas. Com isso, o Município quer reforçar a vigilância e acelerar a resposta a emergências de saúde.
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A medida foi publicada em edição extra do Diogrande (Diário Oficial do Município) por meio de resolução que determina o uso de telefone, WhatsApp, e-mail e formulário online para registrar os casos. A norma alcança hospitais, clínicas, UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e qualquer serviço que faça o primeiro atendimento ao paciente.
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A resolução explica que a notificação imediata é essencial para identificar surtos, mudanças no comportamento de doenças e situações que possam apresentar risco coletivo. O texto lembra que o CIEVS funciona todos os dias e mantém equipe de plantão permanente. O Município afirma que a comunicação rápida permite verificar cada caso, orientar condutas e adotar medidas de contenção, quando necessário.
A regra exige o preenchimento completo das fichas do Sistema de Informação de Agravos de Notificação, além do envio das informações por meio do formulário específico disponibilizado pela secretaria. A norma define o que a gestão considera doença, agravo, evento de saúde pública e emergência, para orientar profissionais e evitar dúvidas. O documento reforça que médicos, enfermeiros e responsáveis pelos serviços possuem obrigação legal de comunicar casos suspeitos ou confirmados.
A resolução também detalha situações que exigem atenção especial, como intoxicações químicas, agressões, lesões autoprovocadas e mortes ou adoecimentos de animais que possam indicar risco à população. O Município afirma que esses registros ajudam a identificar ameaças antes que elas avancem. A secretaria conclui que o objetivo é melhorar a prevenção, fortalecer a vigilância e garantir respostas mais rápidas em toda a rede.
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