Com alta de casos, campanha arrecada repelentes para evitar chikungunya
Ação acontece até às 12h na sede da instituição, na Avenida Rodolfo José Pinho, Jardim São Bento
O Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul realiza, até às 12h deste sábado (4), uma campanha de arrecadação de repelentes em Campo Grande. A ação ocorre em formato drive-thru na sede da entidade, na Avenida Rodolfo José Pinho, no Jardim São Bento, voltada especialmente para quem só consegue fazer a doação no fim de semana.
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O Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul realiza campanha de arrecadação de repelentes em Campo Grande, em formato drive-thru, até às 12h deste sábado (4). Os produtos serão destinados a Dourados, que registra 3.081 casos prováveis de chikungunya e cinco mortes. Também podem ser beneficiadas Corumbá e Jardim. A população pode deixar doações em farmácias parceiras.
Os produtos arrecadados serão destinados, inicialmente, a Dourados, município que enfrenta avanço nos casos de chikungunya. Segundo boletim epidemiológico atualizado na sexta-feira (3), a cidade já contabiliza 3.081 casos prováveis, 1.259 confirmações e cinco mortes relacionadas à doença.
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A presidente do conselho, Daniely Proença, explica que o foco da campanha é ampliar a proteção da população mais vulnerável. “O repelente funciona como uma barreira contra o mosquito, evitando a infecção e também o uso irracional de medicamentos e a automedicação”, afirma.


Ela destaca que uma única unidade pode ter impacto significativo. Um frasco de 200 ml, por exemplo, consegue atender uma família de três a quatro pessoas por até três semanas. Em uma das remessas já enviadas ao interior, mais de 300 famílias foram beneficiadas.
A logística da campanha também prevê a distribuição para outras cidades, caso o volume de doações seja suficiente. Entre elas estão Corumbá e Jardim, que também já registraram casos da doença.
Além da entrega direta no conselho, a população pode contribuir de forma prática: basta comprar o repelente em qualquer farmácia e deixá-lo no próprio estabelecimento, identificado como doação. O conselho fica responsável por recolher os produtos posteriormente.
A iniciativa mobiliza profissionais farmacêuticos, empresas e a sociedade em geral. “Às vezes é uma unidade, duas, mas isso já ajuda. É um esforço coletivo para atender quem está passando por esse momento”, reforça a presidente.
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