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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

07/06/2013 12:26

Fazendeiros programam duas mobilizações no interior do Estado

Jéssica Benitez e Aliny Mary Dias de Sidrolândia
Preocupados, fazendeiros se reúnem para tomar medidas sobre demarcações. (foto: Cleber Gelio)Preocupados, fazendeiros se reúnem para tomar medidas sobre demarcações. (foto: Cleber Gelio)

Quarenta produtores rurais se reuniram hoje de manhã, no Sindicato Rural de Sidrolândia, para definir quais serão os próximos passos da categoria em relação às demarcações de terras em Mato Grosso do Sul. Inicialmente ficou acordado realização de duas manifestações a serem cumpridas na semana que vem.

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Dia 12 o manifesto será na própria cidade e terá cunho explicativo. Eles querem esclarecer aos moradores o lado ruralista do conflito. Para o presidente do sindicato, Osório Luiz Estralleoto, é necessário enfatizar que não há guerra entre os povos.

“Sabemos que os índios são vítimas de entidades que incitam a ocupação das fazendas”, justificou, fazendo referência ao CIMI (Conselho Indigenista Missionário) e Funai (Fundação Nacional do Índio). Outra mobilização ocorrerá logo em seguida, no dia 14. Esta deve ser feita na entrada de Nova Alvorada do Sul.

Na ocasião os protestantes farão planfletagem e adesivagem para difundir as reivindicações dos fazendeiros. “Nós aceitamos vender as terras, desde que o governo federal pague o que é justo. Este impasse se arrasta há mais de 13 anos”, explicou Osório.

O presidente ressaltou, ainda, que o estopim do impasse entre indígenas e fazendeiros ocorreu no último dia 31 quando o índio Terena Oziel Gabriel, 32 anos, morreu durante conflito na Fazenda Buriti. Ao todo são 120 ruralistas sindicalizados e 33 fazendas que compreendem 17 mil hectares.




Nao tenho terra, nao tenho etnia indigena. Sou profissional liberal e trabalho há
35 anos. Essa estória de que indigena é vitima do CIMI e FUNAI e de ONGS é a maior desculpa que já vi, inclusive, utilizam isso para alegar a propria torpeza.Digo isso pq todos sabem q o governo tirou as terras do indio e "vendeu" p o branco. Agora, após décadas, n consegue resolver, mas n resolve pq n quer, ou seja, as invasoes sao incitadas pelo governo.O governo quer colocar culpa da sua inércia na igreja, aliàs, a culpa do indio estar passando fome e de muitos com muito e muitos com exatamente nada deve ser das igrejas mesmos kkk. Na verdade os indigenas nao passam de massa de manobra politica. Façam análise simples do acontecido. O governo é que n tem interesse em resolver o conflito.
 
Silva Rosa em 07/06/2013 20:49:50
É JUSTO OS RURALISTAS DEFENDEREM O QUE GANHARAM DO ESTADO OU COMPRARAM COM PASSAR DE MUITOS ANOS E QUE ESTÁ DEVIDAMENTE LEGALIZADA, TAMBEM OS INDIGENAS TEM SEU DIREITO O QUE NÃO PODE ACONTECER É DAR PREJUZO AOS RURALISTAS, POIS SE EXISTE UMA DIVIDA COM OS INDIOS TODOS BRASILEIROS DEVEM PAGAR POR ISSO E NÃO SÓ OS PROPRIETARIOS DE TERRAS, O MODO DE TODOS PAGAREM É COM A COMPRA DESTAS PELO PODER PÚBLICO ECOMO TODOS TEM DIREITO A ESCOLHA DE ONDE VIVER E O QUE QUER FAZER, O PODER PUBLICO ABRE UMA LICITAÇÃO DE COMPRA E OS INTERESSADOS VENDEM SUA PROPRIEDADE AO ESTADO...
 
ANTONIO FRANCO em 07/06/2013 18:10:05
Ainda não vi nem ouvi, de onde partiu o tiro que matou o índio...
Porque será? O que estão tentando esconder? Se alguém sabe de onde partiu o tiro, nos informe por favor...
 
Paulo Márcio em 07/06/2013 17:04:28
Certo, produtores rurais têm que mostrar ao governo , que se faz de desentendido, que eles são quem fartam a mesa do povo brasileiro . E hora dos nossos políticos ,agradecerem os votos dos trabalhadores do nosso Estado, defendendo os direitos de quem comprou , pagou de boa fé , e trabalha na terra . Que eles lutem para que os produtores recebam pelo valor de mercado , caso sua terra seja demarcada.
 
ubirajara melo em 07/06/2013 14:12:26
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