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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Outubro de 2019

27/05/2019 13:00

A essência da humanidade

Por Heitor Freire (*)

 

O que é essência? Essência é fundamento, base, substância, intrínseco, substantivo, nato, atávico, singular, ou seja, algo inerente ao ser. Que faz parte indissociável da natureza íntima de um indivíduo.

E qual é a essência do homem? O amor, a energia que liga intrinsecamente todos e que constitui a base da própria vida. Essa energia é a causa da continuidade do ser humano.

E, por ser assim, o amor naturalmente se difundiu por todos os continentes, por todas as civilizações, religiões, filosofias e etnias que povoaram a Terra ao longo dos milênios.

O amor é a força que desde sempre e para todo o sempre vai impulsionar a humanidade, a sua verdadeira essência.

Em 1946, nas Cavernas de Qunram, no Mar Morto, foi descoberto um antigo manuscrito, O Grande Código de Isaías e outros textos essênios.

A partir da declaração do manuscrito, com exemplos simples e claros, Gregg Braden (autor americano da literatura da Nova Era, 65 anos) nos refere que:

“Existe uma tecnologia muito usada nos tempos antigos, que foi dispersa no quarto século, como resultado do desaparecimento e destruição de livros raros ou relegados às escolas de mistérios, mas que agora, após a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, estão reaparecendo.

É uma tecnologia muito simples, conhecida universalmente pelo nome de ‘Oração’. Aplicando corretamente, é possível obter coisas extraordinárias, além da imaginação humana. Quem não sabe disso? A maioria das pessoas! Senão, os milagres passariam a ser simples fatos cotidianos e não somente uma exceção. Com esta tecnologia, nós podemos realmente mudar o mundo.

Vendo a oração deste modo, como ‘sentimento’, isso nos leva a encontrar a qualidade do pensamento e da emoção que produz tal sentimento: viver como se o fruto de nossa prece já estivesse a caminho.

Os manuscritos achados no Mar Morto são de uma importância considerável para a humanidade dormente, pois até os dias de hoje muitos ainda vivem à mercê de forças espirituais aleatórias, entregando o poder de seu destino nas mãos de qualquer outro ser, menos a si mesmo.

Os manuscritos nos mostram que nas mãos da humanidade se encerra um enorme poder, à espera de ser utilizado, mas que ainda não conhecemos. Explicam como podemos escolher qual futuro desejamos experimentar, em sã consciência, revelando as chaves sobre o nosso papel como criadores de nossa realidade.”

Na mesma linha de pensamento, Carlos Torres – escritor, brasileiro, 45 anos, autor do best seller, A Era de Ouro da Humanidade, com mais de 170 mil exemplares vendidos no Brasil e em Portugal –, em seu artigo: “Como as pessoas que estão entrando na quinta dimensão estão agindo?”, traz algumas considerações importantes das quais reproduzo alguns trechos sobre o comportamento dessas pessoas que estão num estágio evolutivo acima da média:

“Querem agir em vez de apenas aguardar que outras pessoas façam o que precisa ser feito. São responsáveis e querem mudar suas vidas.
- Não esperam mais que os milagres caiam do céu pela força do acaso, como se fosse possível o Universo dar algo sem querer nada em troca.
- Não pedem nada de graça, querem retribuir às pessoas e ao mundo, e não apenas receber.
- Já descobriram que não têm controle sobre as outras pessoas e já desistiram de mudá-las. No entanto, lutam para que seus exemplos mudem as outras pessoas.
- Trocaram os sentimentos de inveja pelos sentimentos de admiração.
- Estão tendo acesso aos seus mentores espirituais através da intuição e da clarividência.
-  Querem e crêem em um mundo melhor. Não aceitam a ideia das catástrofes e da falta de amor na humanidade. Têm absoluta certeza que a luz vencerá a escuridão.
- Não estão mais conseguindo assistir televisão.
- Para eles competir não faz mais sentido. Em vez de competir preferem compartilhar e se divertir”.

Como vemos, a essência da humanidade é uma só: desde os pimórdios até hoje e para sempre, o amor é a energia que movimenta a todos.

É chegado o momento de voltar às nossas origens, de reencontrar a essência da humanidade. De buscar o entendimento que nos conduza de forma própria e adequada ao nosso convívio íntimo e restaurador.

(*) Heitor Rodrigues Freire é corretor de imóveis e advogado.

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