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01/11/2014 09:26

Tecnologia a serviço de intrigas e fofocas

Por Wilson Aquino (*)

O salto tecnológico que nos trouxe a internet, o celular, as redes sociais, e-mails, whatsapp, instagran, twitter e tantos outros meios de comunicação, de utilidades infinitas, se bem utilizados, trouxeram também alguns problemas gravíssimos que se acentuam na mesma proporção, nos lares, no trabalho, na sociedade: a proliferação de fofocas e intrigas.

A facilidade de trocar informações “ao vivo” com uma ou mais pessoas permite o repasse de informações nem sempre úteis e necessárias, mas inverídicas, indiscretas, duvidosas, indevidas, caluniosas, difamatórias e criminosas até.

Têm sido comum, palavras jogadas ao vento, caírem na “rede” e provocar o caos na vida de pessoas e famílias em todos os lugares. Intencional ou não, o fato é que tem sido cada vez maior o número de vítimas desses instrumentos tecnológicos da informação, de fácil acesso a todos.

Consequências disso, quando não geram processo por calúnia e difamação, por certo provocam constrangimentos e/ou danos irreparáveis na vida de pessoas e famílias.

Até mesmo o processo eleitoral cujo resultado ainda paira sobre o País, foi palco de uma verdadeira guerra de tecnologia da informação a serviço de intrigas e fofocas. Ainda é cedo, mas breve teremos uma visão maior e melhor do peso que tiveram informações “plantadas” principalmente nas redes sociais para eleger, ou não, candidatos. Não erraria se dissesse que elas mudaram o rumo de muitas candidaturas no Brasil.

Política à parte, atentemos à questão cotidiana na vida das pessoas e do mau uso dessas tecnologias que, antes de tudo, roubam um tempo preciosíssimo de horas de trabalho de profissionais, dentro das próprias empresas, bem como do “leva e traz” de fatos (verdadeiros ou não), que machucam e danificam pessoas.

A “cura” está, primeiramente, na consciência de que é próprio do ser humano julgar e criticar o próximo. E como Deus é mesmo incrível! na sua infinita sabedoria, nos alerta, por intermédio das escrituras, sobre esse problema de reparar e criticar o próximo. Em Mateus 7:3 Ele é enfático: “E por que reparas tu no argueiro (cisco) que está no olho de teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?”.

Saber Quem somos? De onde viemos? Como somos? Para onde iremos? e O que podemos ser? São respostas fundamentais para o indivíduo pensar grande e abandonar pensamentos e ações em desfavor do próximo.
Essas e outras respostas estão ao alcance de todos. Estão nas Escrituras Sagradas. Nelas, o Senhor, Nosso Criador, explica todo o Plano de Salvação estabelecido para todos nós. Tanto para os que acreditam Nele como para os que não acreditam.

Mudarmos para melhor, sermos melhores como cidadãos, profissionais, pais de família... tudo isso é possível para qualquer um. Desde que haja pré-disposição para mudar. E a mudança vem a partir do momento em que colocamos Deus em nossos pensamentos e coração. A partir do momento em que lemos as escrituras, desejosos de entendê-las.

Deus também tem meios de comunicação conosco. Além das escrituras, contemporaneíssimas, Ele deixou em nosso meio o Espírito Santo, capaz de mostrar o caminho que devemos seguir, esclarecer dúvidas e fornecer todas as informações necessárias para seguirmos em frente, de maneira exemplar.

Basta que cada um, independentemente das faltas que já cometeu; do lugar em que vive; ou das condições econômicas, sociais ou culturais em que está inserido, procure desfrutar diariamente dessas verdades que estão acima de todas as coisas.

Então, quando perceber que o coração está cheio do amor de Deus, vais ver que ficará muito mais fácil obedecer ao segundo maior mandamento Dele: “amar ao próximo como a nós mesmos”. Sentindo isso, intrigas e fofocas perdem valor.

(*) Wilson Aquino, jornalista, professor e cristão SUD

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